DESAPARECIDA

Corpo de idosa achado na Lagoa da Pampulha é identificado e segue no IML

Maristela Parreiras, de 91 anos, saiu de casa em carro de aplicativo, e deixou bilhete de despedida

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A polícia confirmou que o corpo de uma idosa localizado na manhã dessa quinta-feira (19/2) na Lagoa da Pampulha é da aposentada Maristela Parreiras, de 91 anos, desaparecida desde a última terça-feira em Belo Horizonte (MG).

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De acordo com a Polícia Civil, o corpo de Maristela ainda não foi liberado, pelo Instituto Médico-Legal (IML). 

Ela, que morava no Bairro São Salvador, na região Noroeste de Belo Horizonte, estava desaparecida desde às 11 horas de terça-feira (17/2).

Segundo Carolina Fagundes, neta de Maristela, sua avó vivia com uma prima dela, Carolina, que tinha viajado na segunda-feira para ir ao interior e, ao retornar para casa na tarde de terça-feira, não mais encontrou a idosa. A casa estava aberta e não tinha sinais de ter sido mexida, ou seja, roubada. Os documentos da idosa estavam numa pequena bolsa, em cima da mesa da sala, junto com uma pequena quantidade de dinheiro.

Carolina conta que ela e seus primos conversaram com vizinhos, que informaram que a avó tinha saído num veículo de aplicativo, solicitado por um morador da rua. Maristela teria dito que iria para a casa de um parente. Eram 11h de terça, e, depois disso, não foi mais vista.

"Conseguimos descobrir o motorista de aplicativo que transportou minha avó. Ele nos contou que ela não quis ir para o destino informado e que, ao chegar a um supermercado na Avenida Abílio Machado, desembarcou", conta a neta Carolina.

Ela diz, ainda, que o motorista relatou que Maristela se mostrava bastante agitada. "Minha avó é uma pessoa tranquila. Ela pode estar em surto", diz Carolina.

O que mais preocupava a família é que Maristela tinha deixado um bilhete, onde se despedia da prima de Carolina, com quem morava, e este dava a entender que poderia atentar contra a própria vida.

“Ela dizia que nunca mais daria trabalho para minha prima”, conta Carolina.

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Sobrinhos e netos de Maristela passaram os últimos dois dias procurando por ela, quando receberam o chamado para identificar o corpo. O velório e sepultamento ainda não foram marcados. 

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