Pesquisa mapeia hábitos de quem vai curtir o carnaval em BH
Questionário traça o perfil, os hábitos e as expectativas dos foliões para ajudar o comércio e o turismo a se prepararem para a maior festa da capital
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A prefeitura de Belo Horizonte quer saber como a população vai se comportar neste carnaval: o que vão beber e comer, onde e quanto vão comprar, como vão pagar, de onde vêm os foliões e onde vão se hospedar. Para isso, lançou uma pesquisa que fica disponível até o dia 18 de janeiro.
A intenção do questionário é preparar melhor os comerciantes de BH e região para os dias de folia, identificando quais serviços e produtos têm maior potencial de procura entre os visitantes e moradores da cidade. Ele foi desenvolvido pela Fecomércio/MG (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais), em colaboração com a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur.
Os foliões que desejarem participar da pesquisa – que dura cerca de cinco minutos – precisam acessar o link disponibilizado pela prefeitura. As perguntas envolvem como as pessoas se informam sobre a festa, a escolha por atrações (blocos de rua, caricatos e escolas de samba), previsão de gastos, bebidas, alimentos, fantasias e adereços de carnaval, os comércios preferidos para comprá-los, método de pagamento, tempo de hospedagem e quais atrativos fariam os turistas permanecerem mais tempo na cidade.
Contagem regressiva e tradição no aquecimento para 2026
Enquanto isso, a cidade já começa a entrar no clima da folia. Um dos marcos desse aquecimento é a instalação de um totem de contagem regressiva no Centro de Belo Horizonte, que simboliza a expectativa para mais uma edição da festa. A iniciativa reforça o protagonismo do carnaval belo-horizontino no calendário cultural da cidade e ajuda a manter o engajamento do público ao longo do ano que antecede a folia.
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Outro destaque é o retorno da Banda Mole às suas origens, com um cortejo pelo Centro da capital. O bloco, um dos mais tradicionais de BH, aposta na ocupação das ruas históricas como forma de resgatar a essência do carnaval de rua e fortalecer a relação afetiva dos foliões com a cidade. A movimentação antecipada mostra que, além de planejamento e números, o Carnaval de Belo Horizonte segue sendo construído com memória, identidade e participação popular.