Polícia investiga mulher por propagação de conteúdo íntimo
Um computador foi apreendido na residência da mulher; vítima seria parente da suspeita
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A Polícia Civil de Cambuquira (MG), no Sul do estado, cumpriu, nessa segunda-feira (5/1), mandado de busca e apreensão contra uma mulher suspeita de usar equipamentos eletrônicos para a propagação de conteúdo íntimo não autorizado em redes sociais. Um notebook foi apreendido na residência da investigada.
O computador apreendido, segundo a Polícia Civil, foi utilizado para criar a conta falsa e para o envio do vídeo às plataformas digitais.
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A polícia teria recebido, há alguns dias, a denúncia de que que um vídeo contendo cenas de sexo de um casal estava sendo compartilhado em redes sociais sem autorização.
A principal suspeita, segundo os investigadores, seria uma funcionária de uma empresa na cidade e prima de uma das vítimas, que teria criado um perfil falso em uma rede social com o objetivo de divulgar o material, violando a privacidade e a honra dos envolvidos.
O computador apreendido foi encaminhado para a perícia técnica, para extração e análise dos dados e pode confirmar a origem dos acessos e a autoria da divulgação, sendo assim, a principal prova do crime.
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O crime, previsto no artigo 218, parágrafo C, do Código Penal Brasileiro (CPB), trata da divulgação de cenas de sexo, nudez ou pornografia sem consentimento, além de possíveis crimes contra a honra.
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“O ambiente digital não é terra sem lei. Identificar e apreender os instrumentos utilizados para violar a intimidade alheia é essencial para assegurar a responsabilização criminal”, diz o Cristiano Silva de Almeida, que comandou a operação.