Um bombeiro que atuava no combate a um incêndio de grandes proporções em um prédio comercial na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, na noite deste sábado (20/12), precisou ser socorrido por paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O Corpo de Bombeiros informou que ele foi atendido por precaução, devido a um mal-estar causado pelo calor intenso no local, sem apresentar ferimentos ou sinais de intoxicação.
Além do militar, uma mulher de 38 anos, que seria funcionária do prédio incendiado, também foi socorrida e levada ao hospital.
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As chamas atingiram um prédio comercial de cinco andares localizado na Avenida Raja Gabaglia, na altura do número 3.079, no Bairro São Bento. O edifício, que abriga uma empresa de segurança eletrônica, começou a pegar fogo por volta das 18h; até o momento, as chamas não foram controladas.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), dez viaturas e 30 combatentes foram mobilizados para atender à ocorrência. A reportagem do Estado de Minas registrou um dos militares sendo levado de maca para uma ambulância. O Samu confirmou ter atendido um homem de 28 anos, mas não informou mais detalhes.
As fortes chamas levaram o Corpo de Bombeiros a evacuar os prédios vizinhos. Uma concessionária localizada à direita do prédio em chamas, que estava fechada desde o começo da tarde, retirou os veículos estacionados no local devido aos riscos potenciais do incêndio.
Uma grande coluna de fumaça preta provocada pelas chamas pode ser vista a quilômetros de distância, conforme mostram vídeos divulgados nas redes sociais. O fogo consumiu ao menos dois andares do prédio, assim como janelas da parte de trás, viradas para a Rua Deputado Milton Sales.
A Defesa Civil de Belo Horizonte confirmou ter sido acionada para verificar possíveis riscos no prédio incendiado.
Em nota divulgada à imprensa, a Emive Segurança Eletrônica informou que o incêndio ocorreu em uma área restrita e que, devido à descentralização dos seus escritórios e redundância dos sistemas, nenhum dos seus serviços foi comprometido. Ainda segundo a empresa, havia 12 pessoas no edifício no momento do incêndio, sendo que duas passaram por atendimento médico e já foram liberadas.
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"Reafirmando nosso compromisso com a segurança e o bem-estar de nossos colaboradores, o edifício encontrava-se totalmente regularizado e contava com brigadista no local no momento do incidente, o que contribuiu para a rápida atuação e controle da situação", disse a empresa na nota.
