Os caixões de Marcílio e Raquel estavam cobertos com bandeira do Atlético -  (crédito: Edésio Ferreira/EM/D. A. Press)

Os caixões de Marcílio e Raquel estavam cobertos com bandeira do Atlético

crédito: Edésio Ferreira/EM/D. A. Press

O velório de Marcílio Franco Silveira, de 42 anos, sua mulher, Raquel Souza Silveira, 40, do piloto Geberson Henrique Tadeu Chagas Pereira, 45 anos, e do copiloto Gabriel de Almeida Quintão Araújo, de 25, todos vítimas do acidente aéreo ocorrido no domingo (28/1) em Itapeva, na Região Sul de Minas, foi marcado por muita emoção e, principalmente, pelo reencontro de parentes e amigos das famílias no Bosque da Esperança, em Belo Horizonte.

 

 

Amigos de Antônio Carlos Araújo, pai de Gabriel de Almeida, lembraram dos passeios de moto que eles faziam. Todos são integrantes do grupo de motociclistas “Renegades”, do qual o pai era integrante.

 

 

“Antônio Carlos e sua Harley”. É assim que os amigos se referem a ele. E não se esquecem de Gabriel. “Ele estava sempre nos passeios, na garupa do pai. É algo inesquecível para a gente”, disse João Carlos, um dos cerca de 30 amantes das motos que estiveram no Bosque da Boa Esperança, em BH.

 

Parentes e amigos de Marcílio falavam da paixão que ele tinha: cavalos "quarto de milha". Há pouco tempo ele tinha comprado um haras, em Ibirité, na Grande BH, lembram os amigos, que contaram, ainda, que o amigo era um apaixonado por vaquejada e que vivia chamando os conhecidos para participarem com ele.

 

Outra paixão de Marcílio era o Atlético, segundo Carlos Alberto Bras. Essa paixão era tão grande que Marcílio esteve no Marrocos, em 2013, quando o Atlético disputou o Mundial de Clubes 2013. E seu caixão, assim como o de Raquel, estava coberto com a bandeira do clube.

Dor aumentada

Para a família de Marcílio, este é um momento de grande dor. No último dia 10, a irmã, Valéria, faleceu. E no domingo (28/1), o empresário, a mulher e o filho.