Para separar os ambientes sem bloquear a iluminação da sala, a criadora de projetos caseiros Drikka Mota construiu uma divisória ripada de madeira. A montagem utiliza 12 ripas verticais, caibros cortados e fixadores. O resultado delimita dois espaços da residência mantendo a comunicação visual e a passagem de luz entre eles.
Por que uma divisória ripada funciona em salas com ambientes integrados?
Uma sala integrada pode reunir espaços com funções diferentes, como estar e jantar. A divisória vazada cria uma separação visual sem produzir o fechamento completo de uma parede convencional. Os intervalos entre as ripas permitem enxergar parcialmente o outro lado e preservar a circulação de claridade.
A ideia de utilizar madeira vazada para organizar espaços também aparece em elementos tradicionais, como o muxarabi. No projeto doméstico, a proposta é mais simples: construir um painel de linhas verticais que acrescenta textura e delimita os ambientes sem depender de uma obra de alvenaria.

Quais medidas de madeira foram utilizadas na montagem do painel?
O projeto documentado utiliza dois caibros de 2,10 metros, duas peças de 65 centímetros e 12 ripas de 2,10 metros, com seção de 4 por 2 centímetros. Os caibros formam a estrutura de sustentação, enquanto as ripas compõem a parte vazada.
Antes de cortar o material, é necessário conferir as dimensões disponíveis na sala. A altura, a largura e os pontos de fixação precisam ser compatíveis com o local escolhido. O espaçamento entre as peças também deve ser planejado para que a distribuição das ripas fique uniforme.
Como transformar os caibros cortados em uma divisória de madeira?
Com as medidas definidas, começa a preparação do material. O corte precisa respeitar o esquadro, ou seja, o encontro correto entre as peças. A fixação de componentes de madeira deve considerar o tipo de parafuso, as características da madeira e a resistência necessária para manter o conjunto estável.
A montagem pode ser organizada nas seguintes etapas:
- Medição: conferir o espaço e marcar as posições das ripas.
- Corte: preparar os caibros e as peças verticais nas medidas definidas.
- Lixamento: remover farpas e suavizar as extremidades da madeira.
- Alinhamento: distribuir as 12 ripas mantendo os intervalos regulares.
- Fixação: unir a estrutura e prender o conjunto em pontos adequados.
- Acabamento: aplicar o produto escolhido e respeitar seu período de secagem.
Quem procura uma maneira de dividir os ambientes sem levantar outra parede vai curtir esse vídeo especialmente selecionado do canal Drikka Mota, que conta com mais de 287 mil visualizações e acompanha a construção de uma divisória ripada de madeira, utilizando caibros, 12 ripas verticais e verniz para criar uma separação vazada na sala.
Qual é a importância do verniz depois que todas as ripas estão alinhadas?
O verniz ajuda a valorizar os veios naturais e facilita a conservação da superfície. As orientações técnicas sobre acabamento de madeira explicam que a escolha do revestimento deve considerar aparência, proteção e facilidade de limpeza. Uma superfície bem preparada favorece a aplicação uniforme do produto.
Drikka Mota apresenta a transformação da madeira em um painel ripado decorativo no vídeo de seu canal, que ultrapassou 287 mil visualizações. A demonstração acompanha os materiais utilizados e a montagem da estrutura, mostrando como as ripas criam uma separação visual entre os ambientes.https://www.youtube.com/embed/FRM6SMF5F70
O que observar antes de instalar uma divisória ripada na sala?
O primeiro cuidado envolve a estabilidade do painel. Os pontos de ancoragem precisam ser compatíveis com a parede, o piso ou os demais elementos que receberão a fixação. Também é importante verificar a passagem de pessoas, a abertura de portas e a proximidade de instalações elétricas.
Depois de instalada, a estrutura pode receber limpeza periódica com materiais adequados ao acabamento escolhido. A combinação de caibros alinhados, ripas espaçadas e fixação segura permite criar uma divisão funcional sem transformar completamente a planta da casa. O ambiente ganha identidade própria e mantém a sensação de continuidade.
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