Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

2 ferramentas de madeira de 430 mil anos são as mais antigas já encontradas e empurram a história dessa tecnologia 40 mil anos para trás

Guilherme Araújo Por Guilherme Araújo
16/09/2026
Em Curiosidades
A preservação excepcional permitiu estudar uma tecnologia que raramente sobrevive por tanto tempo

A preservação excepcional permitiu estudar uma tecnologia que raramente sobrevive por tanto tempo

WhatsApp
Seguir no Google
EM Box IA
🎧 Ouvir o resumo 0:00 Seguir
Duas ferramentas de madeira de cerca de 430 mil anos foram encontradas em Marathousa 1, no Peloponeso grego.↓ Ver no artigo
Uma peça de amieiro pode ter sido usada para cavar ou remover casca; a função da menor permanece desconhecida.↓ Ver no artigo
As ferramentas são pelo menos 40 mil anos mais antigas que o recorde anterior de ferramentas manuais de madeira.↓ Ver no artigo

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • Farinha pode esconder ovos mesmo no pacote fechado: 4 dias no congelador interrompem o problema antes de chegar ao armário há 12 minutos
  • A ameixeira é a árvore ideal para casas pequenas: tem raízes menos agressivas, dá frutas no verão e tolera períodos de seca há 2 semanas
  • Pesquisadores colocaram cimento de demolição em fornos usados para reciclar aço e conseguiram produzir material para novas construções no mesmo processo há 1 semana
Mais sobre Curiosidades →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.
⚡ Feito com Myth Box
Logo EM Foco
EM FOCO
Resumo da matéria
01
Madeira que sobreviveu
Dois objetos trabalhados por humanos foram preservados em condições raras no sítio de Marathousa 1, no Peloponeso grego.
430 mil anos
02
Dois usos possíveis
Uma peça maior pode ter servido para cavar ou retirar casca; a função do segundo objeto pequeno ainda permanece desconhecida.
Função
03
Recorde mudou de data
Os achados são pelo menos 40 mil anos mais antigos que as ferramentas manuais de madeira anteriormente conhecidas.
Novo recorde

Um fragmento de madeira trabalhado sobrevive raramente tanto quanto pedra, por isso dois objetos de 430 mil anos preencheram uma lacuna da pré-história. Encontradas em Marathousa 1, na Grécia, as ferramentas de madeira são as mais antigas desse tipo e recuam o registro conhecido em pelo menos 40 mil anos.

Por que encontrar madeira de 430 mil anos é tão raro?

A madeira normalmente apodrece e desaparece, enquanto pedra e osso têm mais chance de sobreviver. No sítio de Marathousa 1, sedimentos úmidos preservaram materiais orgânicos que quase nunca atravessam centenas de milhares de anos, incluindo objetos moldados por humanos.

Essa preservação ajuda a corrigir um viés arqueológico importante. Se a madeira some, a tecnologia de madeira pode parecer mais recente do que realmente foi. Os dois achados oferecem evidência física de comportamentos que provavelmente deixaram muito menos vestígios que ferramentas de pedra.

Marcas nas peças ajudam a reconstruir como a madeira foi trabalhada por humanos antigos

O que os pesquisadores encontraram nas duas peças?

A Universidade de Tübingen descreve duas peças trabalhadas: uma de amieiro e outra de salgueiro ou álamo. A maior apresenta forma e desgaste compatíveis com um bastão para cavar ou remover casca, embora a função exata não possa ser reconstruída com certeza.

A segunda é muito menor e representa um tipo de ferramenta ainda não documentado. Nela, marcas de trabalho indicam intervenção humana, mas o uso permanece desconhecido. Essa diferença é importante: os pesquisadores conseguiram identificar fabricação e uso sem transformar cada objeto em uma ferramenta com função totalmente resolvida.

Como foi possível separar marcas humanas de danos naturais?

Os pesquisadores examinaram as superfícies com microscópios e procuraram padrões de corte, entalhe e desgaste. Um terceiro pedaço de amieiro também tinha sulcos, mas a equipe concluiu que eles foram produzidos por um grande carnívoro, possivelmente um urso, e não por fabricação humana.

A comparação mostra por que a interpretação não depende apenas da aparência. Marcas humanas precisam combinar com processos de fabricação e uso, enquanto mordidas, garras, raízes e movimentos do sedimento podem deixar alterações diferentes. Separar esses agentes evita transformar qualquer madeira marcada em ferramenta.

A seguir listamos quatro pistas usadas para interpretar a madeira que ajudam a separar fabricação humana, desgaste de uso e alterações naturais posteriores:

LeiaTambém

Pequenos desgastes podem indicar quais objetos foram manuseados ou carregados durante muito tempo

Marcas quase invisíveis em 10 miniaturas vikings indicam que algumas podem ter passado de geração em geração e outras aparentemente nunca foram usadas como joias

15/09/2026
A quantidade de objetos ajuda a reconstruir uma presença humana antiga em uma região importante para as travessias

Milhares de ferramentas de 44 mil anos encontradas em Timor-Leste mudam a rota provável dos primeiros habitantes da Austrália

15/09/2026
A identificação aceita durante décadas mudou depois que pesquisadores voltaram a examinar a pequena peça

Pingente de 15 mil anos foi confundido com dente de lobo por mais de um século até pesquisadores descobrirem que veio de uma foca

15/09/2026
As dimensões incomuns da peça levantam dúvidas sobre a função que ela teria desempenhado

Arqueólogos encontram ferramenta de pedra de 29,5 cm feita há mais de 300 mil anos e ainda não sabem por que ela era tão grande

15/09/2026
  • Cortes: marcas compatíveis com ferramentas de pedra indicam remoção intencional de material.
  • Entalhes: mudanças repetidas na superfície podem revelar modelagem deliberada da peça.
  • Desgaste: áreas polidas ou alteradas ajudam a avaliar se o objeto foi efetivamente usado.
  • Danos naturais: garras e outros agentes deixam padrões que precisam ser distinguidos da ação humana.

Leia também: Pingente de 15 mil anos foi confundido com dente de lobo por mais de um século até pesquisadores descobrirem que veio de uma foca

O achado mostra que esse tipo de conhecimento já existia muito antes do que as evidências anteriores indicavam

Por que esses dois objetos empurram a história 40 mil anos para trás?

Antes de Marathousa 1, os exemplos conhecidos de ferramentas manuais de madeira eram mais recentes. A datação de cerca de 430 mil anos torna essas duas peças pelo menos 40 mil anos anteriores ao recorde desse tipo, ampliando o período comprovado de fabricação tecnológica em madeira.

Existe madeira modificada ainda mais antiga em Kalambo Falls, na Zâmbia, com cerca de 476 mil anos, mas ali o material foi usado como estrutura, não como ferramenta manual. Essa distinção explica por que Marathousa 1 pode estabelecer um recorde sem ignorar evidências anteriores de uso humano da madeira.

A seguir listamos quatro marcos que organizam o novo recorde e mostram a diferença entre ferramenta manual, material estrutural e outras evidências de tecnologia em madeira:

Logo EM Foco
DADOS EM FOCO
O que mudou com Marathousa 1
Resumo dos dados que explicam o recorde das ferramentas manuais de madeira encontradas na Grécia.
Dado Marathousa 1 Significado
Idade ~430 mil anos Recorde manual
Objetos 2 peças Trabalhadas por humanos
Madeiras Amieiro e salgueiro/álamo Matérias-primas
Avanço ≥40 mil anos Recua o registro

O que essa descoberta muda sobre a tecnologia dos humanos antigos?

Ela reforça que a caixa de ferramentas do Pleistoceno era mais diversa do que aquilo que a pedra consegue mostrar. Madeira podia ser escolhida, trabalhada e usada com intenção, mesmo que quase todos esses objetos tenham desaparecido antes de chegar ao registro arqueológico.

As ferramentas de madeira de Marathousa 1 não revelam todos os usos que existiam há 430 mil anos, mas tornam uma ausência menos silenciosa. Dois objetos preservados mostram que tecnologias perecíveis faziam parte do comportamento humano muito antes do que o conjunto conhecido de ferramentas de madeira permitia demonstrar.

Sua história pode virar reportagem

Conte por texto ou áudio — nomes e endereços viram fictícios antes de qualquer publicação.

Tags: arqueologiaGréciamadeirapré-história

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · EM Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.