Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Economia

Banco Central emite alerta para quem ainda tem cédulas de R$ 2 e R$ 5 em casa: veja o que fazer

Vanessa Tavares Por Vanessa Tavares
02/05/2026
Em Economia
Banco Central emite alerta para quem ainda tem cédulas de R$ 2 e R$ 5 em casa: veja o que fazer

Notas antigas de R$ 2 e R$ 5 ainda valem, mas estão saindo de circulação

WhatsApp
Seguir no Google
EM Box IA

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • Mulher compra uma casa com um simples recibo, mora no local por mais de 7 anos e o papel que parecia fraco ganha outro peso no STJ há 3 semanas
  • A cor das paredes pode estar obrigando você a acender mais lâmpadas durante o dia e levando esse hábito para a conta há 3 semanas
  • Quem trabalhar nas eleições de 2026 pode acumular até 6 dias de folga sem perder nenhum valor do salário há 3 semanas
  • Marido pode sair do trabalho para acompanhar até 6 consultas durante a gravidez sem ter o salário descontado há 3 semanas
Mais sobre Economia →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.
⚡ Feito com Myth Box

Aquelas notas amassadas e desbotadas que vivem esquecidas na gaveta ou no fundo da carteira podem estar contando os dias. Desde meados de 2024, o Banco Central do Brasil determinou o recolhimento gradual de todas as cédulas da primeira família do Real, lançadas em 1994. A instrução, publicada no Diário Oficial da União, orienta bancos a reter essas notas sempre que elas passarem por qualquer operação — depósito, pagamento ou troca. A boa notícia: elas ainda valem e ninguém precisa correr ao banco. A notícia que pouca gente sabe: algumas dessas notas podem valer muito mais do que o valor impresso.

Por que o Banco Central decidiu retirar essas notas de circulação?

A resposta direta é: desgaste e custo. Com mais de 30 anos rodando pelo país, boa parte das cédulas antigas acumula rasgos, manchas e desbotamento que dificultam a leitura dos elementos de segurança, como marcas d’água e fios de autenticação. Isso eleva o risco de falsificação e encarecer o processamento automatizado nos caixas eletrônicos e sistemas bancários.

O tamanho uniforme das notas da primeira família agrava o problema. Enquanto as cédulas modernas, produzidas a partir de 2010, têm dimensões diferentes conforme o valor, as antigas são todas do mesmo formato, dificultando a triagem por máquina. A modernização não é apenas estética: é uma questão de eficiência operacional e segurança para quem usa o dinheiro físico no dia a dia.

Quais cédulas estão sendo recolhidas e o que acontece com elas?

O processo de substituição abrange todos os valores da primeira família. Veja quais notas estão sendo gradualmente retiradas do sistema:

  • Cédula de R$1 (descontinuada desde 2005, mas ainda válida)
  • Cédula de R$2 (muito comum em gavetas e carteiras antigas)
  • Cédulas de R$5, R$10, R$20, R$50 e R$100 do padrão de 1994
  • Nota comemorativa de R$10 em polímero, lançada em 2000 nos 500 anos do Brasil
Banco Central recolhe cédulas de R$ 2 e R$ 5 da primeira família do Real

O recolhimento acontece silenciosamente: quando uma dessas notas entra em um banco — via depósito, pagamento ou troca — ela é retida e enviada ao Banco Central, que a substitui por uma cédula da segunda família. Não há campanha oficial de troca, nem postos especiais. O processo acontece nos bastidores do sistema financeiro.

LeiaTambém

Homem sentado no banco do motorista olha para o celular dentro do carro, enquanto uma mulher se aproxima da porta aberta e observa a situação com preocupação.

Adeus, saldo que parece presente: Eduardo, motorista de aplicativo de 38 anos, após 2 semanas de plantão, viu no extrato um Pix desconhecido às 6 da tarde e só então entendeu, com o Banco Central e o Código Civil, que dinheiro recebido por engano continua sendo de quem enviou

05/08/2026
Marceneiro em oficina segura o celular junto ao rosto com expressão de susto, ao lado de uma bancada de trabalho com máquina de cartão, tábuas de madeira e ferramentas na parede.

Aos 41 anos, Edimilson, marceneiro autônomo, atendeu uma ligação com os 4 últimos dígitos do cartão, instalou o aplicativo pedido, viu 3 transferências saírem em 2 minutos e só depois entendeu, com o Banco Central e o Consumidor.gov.br, que nenhum banco exige chamada aberta.

04/08/2026
Mulher idosa sentada no sofá segura o celular com uma conversa aberta, enquanto observa a tela com expressão preocupada, em uma sala de casa com televisão ligada e uma xícara sobre a mesa.

Aos 61 anos, Neusa, aposentada, recebeu no celular 2 mensagens de um número novo dizendo ser da filha, fez 1 Pix de pijama e só quando ligou para o número salvo entendeu, com o Banco Central e o Consumidor.gov.br, por que confirmar por outro canal muda tudo antes de transferir

04/08/2026
Mulher sentada à mesa da cozinha fala ao telefone enquanto consulta outro celular, com caderno de anotações e prato de comida à sua frente.

Aos 36 anos, Camila, assistente, atendeu 3 ligações seguidas de um número parecido com o do banco, ouviu que devia mover o saldo para uma conta segura, transferiu tudo em 2 operações, e só ao ligar pelo aplicativo soube, com o Banco Central e a LGPD, que essa conta não existe

04/08/2026

Ainda dá para usar essas cédulas normalmente?

Sim, sem nenhuma restrição. O Banco Central deixou claro que não existe prazo final para o uso das notas antigas por parte do consumidor. Elas mantêm integralmente o poder de compra e seu valor de face, podendo ser usadas em qualquer estabelecimento comercial. Ninguém pode recusar o recebimento dessas cédulas — isso seria ilegal.

Para quem tem notas guardadas, o caminho mais simples é usá-las normalmente ou depositá-las na conta bancária. Quem preferir guardar como lembrança, também pode. A única diferença prática é que, uma vez que a nota passa por um banco, ela não volta mais para a circulação.

Quanto podem valer essas cédulas para colecionadores?

Aqui está o ponto que mais surpreende. Com o recolhimento em curso, a escassez natural dessas cédulas começa a impulsionar o mercado de numismática. O estado de conservação é o fator decisivo para o valor no universo dos colecionadores.

CédulaEstado de conservaçãoValor estimado para colecionadores
R$2 (primeira família)Bem conservadaA partir de R$12
R$1 (série especial BA)Flor de estampaAté R$300
R$50 (tipo reposição, série AA0211)Flor de estampaAté R$4.000
R$100 (série AA0211)Flor de estampaAté R$5.000
R$50 (perfeito estado)Flor de estampaAté R$5.900

A assinatura do ministro da Fazenda em exercício na época de emissão também influencia o preço: ministros com mandatos curtos geraram cédulas com tiragem menor, tornando-as mais raras. Uma coleção completa, com exemplares conservados, pode ser montada por cerca de R$800, segundo especialistas da área.

Cédulas de 1994 começam a ser retidas pelos bancos em todo o país

Vale guardar ou é melhor gastar logo?

Depende do estado de conservação da nota e do seu interesse. Para quem encontrou cédulas amassadas e desgastadas, o melhor caminho é usar normalmente — o valor de colecionador será baixo. Já notas em bom estado, especialmente as de maior valor como R$50 e R$100 da primeira família, merecem uma consulta rápida com um numismata antes de qualquer decisão. O recolhimento gradual tende a aumentar o valor histórico dessas peças com o tempo, especialmente as mais preservadas. Confira mais detalhes sobre essas cédulas diretamente no site do Banco Central do Brasil. Se a nota está gasta, circule com ela. Se está intacta, talvez valha mais deixá-la guardada.

Sua história pode virar reportagem

Conte por texto ou áudio — nomes e endereços viram fictícios antes de qualquer publicação.

Tags: Banco Centralcédulas de R$ 2 e R$ 5notas antigasprimeira família do Realrecolhimento de notas

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · EM Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.