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Nova regra do PIX entrou em vigor: bancos como Nubank, Itaú e Caixa devem bloquear contas suspeitas automaticamente

Núbia Rangel Por Núbia Rangel
29/04/2026
Em Notícia
Nova regra do PIX entrou em vigor: bancos como Nubank, Itaú e Caixa devem bloquear contas suspeitas automaticamente

Novo sistema muda a forma de lidar com golpes no PIX.

Você sabia que, até pouco tempo atrás, recuperar dinheiro perdido em um golpe via PIX era uma verdadeira corrida contra o relógio, e que a maioria das vítimas nem sabia que tinha esse direito? A boa notícia é que isso está mudando. O Banco Central do Brasil tornou obrigatória a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED), trazendo novas ferramentas para proteger quem usa o PIX no dia a dia, com regras que valem para Nubank, Itaú, Caixa e todos os demais bancos do país.

A virada de chave que o PIX precisava

O Mecanismo Especial de Devolução existe desde 2021, mas a versão original tinha uma limitação crítica: o rastreamento parava na primeira conta de destino. Se o golpista transferia o dinheiro para outra conta logo em seguida, o valor sumia do radar. O MED 2.0 resolve exatamente esse problema, permitindo que os bancos sigam o rastro por até 5 camadas de transferências subsequentes, mesmo que o fraudador tente esconder o dinheiro pulando de conta em conta.

A mudança foi formalizada pela Resolução BCB nº 493, publicada em agosto de 2025. Após um período facultativo, o uso do novo mecanismo tornou-se obrigatório para todas as instituições financeiras a partir de 2 de fevereiro de 2026, encerrando qualquer margem para adesão parcial.

Bloqueio imediato: como o sistema age enquanto você dorme

Imagine que você percebe uma transação fraudulenta no extrato. Antes, o caminho era ligar para o banco, enfrentar filas de atendimento e torcer para que o dinheiro ainda estivesse onde começou. Agora, basta abrir o aplicativo do banco, localizar a transação no histórico do PIX e acionar o botão de contestação. A notificação de infração é registrada diretamente no DICT, o sistema do Banco Central, e o bloqueio cautelar dos valores disponíveis na conta suspeita acontece automaticamente em até 72 horas, enquanto a investigação tem início em paralelo.

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Vale destacar um ponto importante: o bloqueio é automático, mas a confirmação da fraude passa por análise das instituições envolvidas. O sistema garante que o dinheiro fique retido durante a apuração, não que a devolução seja aprovada sem verificação. A investigação ocorre normalmente em até 7 dias úteis, podendo chegar a 11 dias nos casos mais complexos, quando há múltiplos níveis de rastreamento envolvidos.

Nova regra do PIX entrou em vigor: bancos como Nubank, Itaú e Caixa devem bloquear contas suspeitas automaticamente
O rastreamento agora vai muito além da primeira conta.

Tudo que mudou de uma vez só

O MED 2.0 não é uma atualização isolada, mas um conjunto de melhorias que trabalham juntas para fortalecer a segurança do sistema de pagamentos instantâneos. Veja o que muda concretamente:

  • Rastreamento em até 5 níveis: o dinheiro pode ser seguido mesmo que o fraudador o repasse para várias contas em sequência, aumentando significativamente as chances de recuperação.
  • Bloqueio cautelar em até 72h: assim que a notificação de infração é registrada no DICT, os valores disponíveis na conta suspeita são bloqueados automaticamente enquanto a investigação ocorre.
  • Prazo de investigação de até 7 dias úteis (podendo chegar a 11 dias em fraudes complexas), com devolução ao pagador ao fim do processo, total ou parcialmente conforme o saldo encontrado.
  • Botão digital obrigatório nos apps: todos os bancos participantes do PIX devem oferecer o canal de contestação direto no aplicativo, sem precisar ligar para a central de atendimento.
  • Criação do GE-Seg: o Grupo Estratégico de Segurança do PIX foi instituído para coordenar ações contínuas de combate a fraudes entre as instituições financeiras e o Banco Central.

Pontos-chave

72h

Prazo máximo para bloqueio cautelar da conta suspeita após notificação registrada no DICT

5 níveis

Camadas de transferências subsequentes que podem ser rastreadas e bloqueadas

9,3%

Taxa média de recuperação dos valores contestados via MED em 2025, segundo o Banco Central

O limite de R$ 200 vem de outra regra, e também vale conhecer

Uma medida que anda sendo associada ao MED 2.0, mas que na verdade é uma regra separada, é o limite para transferências em dispositivos não cadastrados. Pela Instrução Normativa BCB nº 491/2024, em vigor desde novembro de 2024, transações feitas por celulares que nunca foram usados antes na conta ficam limitadas a R$ 200 por operação e R$ 1.000 por dia. A medida é complementar ao MED 2.0 e também integra o esforço do Banco Central de dificultar golpes realizados com aparelhos novos, clonados ou roubados.

Juntas, essas regras formam uma camada de proteção mais robusta para o usuário comum. Uma age antes do golpe acontecer (limitando o dano em dispositivos suspeitos), a outra age depois (ampliando as chances de recuperar o dinheiro já transferido).

O desafio que ainda persiste

Apesar dos avanços, especialistas alertam que o MED 2.0 não é a solução definitiva. Fraudadores mais sofisticados utilizam transações aparentemente lícitas para disfarçar o dinheiro, o que ainda pode dificultar o rastreamento mesmo com os cinco níveis de cobertura. O dado do próprio Banco Central reforça esse cenário: em 2025, apenas 9,3% dos valores contestados via MED foram efetivamente recuperados, em média, o que mostra que o mecanismo evolui, mas o combate às fraudes digitais segue sendo um trabalho contínuo.

Conhecer essas regras é, por si só, uma forma de se proteger melhor. Se algo parecer suspeito em uma transferência, agir rápido e usar o botão de contestação no aplicativo pode fazer toda a diferença na hora de recuperar o que é seu.

Achou útil entender como funciona o novo MED 2.0? Compartilhe com familiares e amigos para que mais pessoas conheçam seus direitos na hora de usar o PIX.

Tags: Banco CentralGolpes no PixPixsegurança digital

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