O custo da cesta básica em Belo Horizonte caiu 5,21% em julho em relação ao mês anterior. Na apuração da Fundação Ipead (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais), no último mês, os 13 itens que compõem essa lista somavam R$ 759,08, contra os R$ 800,76 aferidos em junho.
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Em julho, o custo da cesta básica na capital representou 46,83% do valor do salário mínimo (que hoje é de R$ 1.621). No mesmo mês do ano passado essa proporção era de 49,28%, sendo que a cesta custava R$ 11 a menos. De acordo com a Fundação Ipead, isso significa que, embora a cesta esteja mais cara em termos nominais, atualmente ela representa uma parcela menor do salário mínimo.
No acumulado de 2026, de janeiro a julho, o custo da cesta básica em Belo Horizonte registrou alta de 2,19%. Já nos últimos 12 meses esses itens ficaram 1,47% mais caros.
No último ano, a cesta básica vem registrando um avanço inferior ao da inflação acumulada na capital, medida pelo IPCA-BH (Índice de Preços ao Consumidor Amplo): 0,41% em julho; 3,84% de janeiro a julho de 2026; e 4,14% nos últimos 12 meses.
Dos 13 itens que compõem a cesta básica, os preços de sete recuaram em julho. Os itens com as maiores quedas foram o tomate (-20,88%), a batata inglesa (-18,92%) e o chã de dentro (-5,93%).
Já as maiores altas foram a banana caturra (9,97%), a farinha de trigo (2,31%) e o óleo de soja (2,12%).
Considerando a importância relativa de cada produto na composição da cesta básica, os itens que mais pressionaram para cima o custo da cesta em julho foram a banana caturra (0,69 ponto percentual), a farinha de trigo (0,02 p.p.) e o óleo de soja (0,02 p.p.).
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Custo da cesta básica por produto e suas variações
border="0"Fonte: Fundação Ipead
