EUA vão sobretaxar Brasil em 12,5% após investigação sobre trabalho forçado
Ao todo, 60 países são alvo da medida, sob acusação de não combaterem o trabalho forçado
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O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (23/7) que vai adicionar nova taxação a produtos brasileiros, desta vez de 12,5%, sob a alegação de que o país falha em combater práticas de trabalho escravo na importação de produtos.
A medida passa a valer a partir desta sexta-feira (24/7) e se soma ao tarifaço de 25% imposto que começou a contar na última quarta-feira (22/7), após investigação específica contra o Brasil em que os EUA apontam supostas desvantagens competitivas com o país.
O Brasil não é o único atingido. Ao total, 60 países são alvos das tarifas. Alguns, como Argentina, Canadá, México e Reino Unido vão sofrer com 10%, enquanto a maioria, 12,5%.
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Trabalho forçado
Os EUA argumentam que os países atingidos "falham em impor e efetivar uma proibição à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado".
No caso brasileiro, cinco produtos importados são alvo de acusação de terem sido desenvolvidos com mão de obra forçada entre 2021 e 2025: alumínio, algodão, eletrônicos, baterias de lítio e tabaco.
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Ainda não foram especificados os produtos que constarão entre os sobretaxados.