MÚSICA

Orquestra Mineira de Rock lança o disco e faz o show "Brasil"

Álbum chegou nesta quinta-feira (5/11) às plataformas digitais, com 14 faixas, que são a base do show de sexta (6/11), no Sesc Palladium

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“Na minha opinião, é o show mais bonito da orquestra, do qual eu tenho mais orgulho, acho muito original”, diz Khadhu Capanema, músico da Orquestra Mineira de Rock, sobre “Brasil”, espetáculo apresentado somente duas vezes ao vivo – dezembro de 2019 e abril de 2022 –, mas que conta com uma versão em disco, lançado nas plataformas de streaming na quinta-feira (5/11).

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Nesta sexta-feira (6/11), a Orquestra Mineira de Rock sobe ao palco do Sesc Palladium para a terceira apresentação de “Brasil”, desta vez em comemoração ao lançamento do álbum. As 14 faixas foram selecionadas entre sucessos de Chico Buarque, Rita Lee, Clube da Esquina, Heitor Villa-Lobos e Elis Regina, além de canções das bandas Cartoon, Cálix e Somba, que deram origem à orquestra.


“O show é o mais difícil que já fizemos. Quando surgiu a proposta de fazer um novo repertório, que seria o terceiro da orquestra, pensamos em uma homenagem ao Queen e num show voltado à música brasileira. Estava bem dividido, mas o ‘Brasil’ venceu, especialmente pelo argumento de sairmos da nossa zona de conforto”, afirma Khadhu Capanema.


Ele integra a orquestra ao lado de Renato Savassi, Sânzio Brandão, Marcelo Cioglia, Rufino Silvério, André Godoy, Rodrigo Garcia, Raphael Rocha, Bhydhu Capanema, Avelar Jr., Léo Dirias, Guilherme Castro e André Mola.


“A ideia [do disco] era fazer um panorama do que é a música brasileira para nós, mas sem focar em um estilo específico, porque é muito rica. Temos o samba, o rock, a MPB, buscamos dar um vislumbre de tudo isso sob nosso ponto de vista. Então pegamos desde Villa-Lobos até artistas contemporâneos”, diz Capanema.


No show são usados aproximadamente 30 instrumentos, entre guitarras, baixos, teclados, baterias, percussão, flautas, bandolins, violões, violoncelo, marimba de vidro e os instrumentos indianos esraj e didgeridoo. Os arranjos são adaptados para o modelo orquestral.

Khadhu Capanema destaca entre as faixas de “Brasil” a gravação de “Índios”, do Legião Urbana. “É uma música bastante conhecida e que fez muito sucesso. Ela foi gravada com um teclado e bateria, muito bonita e emocionante. No disco, a faixa entrou diferente, com bateria eletrônica, por exemplo. É uma releitura que mantém o espírito da obra, mas traz novidades.”


“BRASIL”
Com Orquestra Mineira de Rock, nesta sexta-feira (6/11), no Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1.046, Centro). Ingressos para a Plateia 1 esgotados. Plateia 2: R$ 170 (meia), R$ 85 (meia e credencial plena SESC) e R$ 136 (credencial convênio SESC). Plateia 3: R$ 140 (meia), R$ 70 (meia e credencial plena SESC) e R$ 112 (credencial convênio SESC), à venda no Sympla.


*Estagiária sob supervisão da editora Silvana Arantes

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