A atriz Blake Lively e o ator e diretor Justin Baldoni chegaram a um acordo judicial nesta segunda-feira (4/5), encerrando uma disputa que se estendia desde dezembro de 2024. O conflito teve origem durante as filmagens do drama "É assim que acaba" (2024), no qual Lively acusou Baldoni de assédio sexual e de fazer comentários impróprios sobre sua aparência e peso nos bastidores.
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Ela também afirmou ter sido alvo de uma campanha de difamação digital coordenada, supostamente articulada por Baldoni para prejudicar sua credibilidade após ela ter solicitado um ambiente de trabalho mais seguro.
O acordo agora firmado evita que ambos tenham que depor no tribunal e encerra o capítulo judicial por meio de comunicado conjunto divulgado hoje.
“O produto final, o filme 'É assim que acaba', é motivo de orgulho para todos nós que trabalhamos para torná-lo realidade. Aumentar a conscientização e causar um impacto real na vida de sobreviventes de violência doméstica e de todos os sobreviventes é um objetivo que apoiamos", começa o texto.
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"Reconhecemos que o processo trouxe desafios e que as preocupações levantadas pela Sra. Lively mereciam ser ouvidas. Permanecemos comprometidos com ambientes de trabalho livres de condutas inadequadas e improdutivas. Esperamos sinceramente que isso traga encerramento e permita que todos sigam em frente de forma construtiva e em paz, incluindo um ambiente respeitoso on-line”, continua.
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Justin Baldoni, que além de protagonizar o filme também o dirigiu e produziu, negou as acusações em 2024, alegando que Lively exagerou nas denúncias para aumentar seu poder de influência sobre a produção. Baldoni chegou a mover processos contra a atriz e contra o jornal "The New York Times" por causa da repercussão do caso, mas ambas as ações foram rejeitadas pela Justiça americana.
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No início de abril de 2026, um juiz rejeitou 10 das 13 acusações do processo de Lively, retirando as denúncias de assédio, difamação e conspiração. Restaram apenas as queixas de quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação, que seriam levadas a um julgamento civil previsto para maio.
