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Carolina Dieckmann diz ter vídeo removido após rebater críticas sobre o corpo

A situação começou depois que a atriz publicou uma foto de biquíni e recebeu comentários negativos sobre a aparência

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A atriz Carolina Dieckmmann afirmou ter tido um vídeo removido do Instagram após responder a críticas sobre seu corpo. A manifestação foi feita na noite deste domingo (22).

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A situação começou depois que a atriz publicou uma foto de biquíni e recebeu comentários negativos sobre a aparência. Em resposta, ela utilizou um recurso da plataforma que transforma comentários em vídeos curtos e gravou um reel pedindo empatia. A publicação, no entanto, foi excluída horas depois.

Em um novo vídeo, Dieckmmann disse que vinha sendo alvo recorrente de ataques e que decidiu responder a uma seguidora que sugeria que ela estaria doente. Segundo a atriz, o comentário incluía tom de deboche, o que motivou a resposta. "Aquilo não era só o ódio, era fazer graça com uma situação que não tem graça para ninguém. Se uma pessoa está doente, o que não é o meu caso, não pode ter graça. A gente não pode normalizar, achar graça da desgraça de alguém, mesmo que ela seja fictícia", disse.

Carolina reforçou que, na gravação removida, buscou ampliar a discussão para além de críticas estéticas, destacando que doenças não devem ser tratadas como motivo de piada. Também afirmou ter pedido que seus seguidores não atacassem a autora do comentário.

"Então, o que aconteceu foi: eu fui atacada, respondi pedindo compaixão para a pessoa que me atacou, e meu vídeo foi removido. Isso me faz entender que a gente está autorizado a atacar, mas é censurado quando se defende. Qual o sentido?", questionou.

A atriz afirmou que a retirada do conteúdo levanta dúvidas sobre os critérios de moderação nas redes sociais. Para ela, há uma assimetria entre a liberdade de quem ofende e as limitações impostas a quem tenta se defender.

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"Não importa quem removeu meu vídeo. Importa a urgência de a gente pensar sobre a cultura do ódio nas redes e a responsabilidade de quem participa disso", escreveu na legenda. "Que lógica é essa em que o agressor tem mais liberdade do que quem é agredido? No fim, é só sobre isso."

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