Morreu nesta quarta-feira (25/2), aos 77 anos, no início da tarde, em Belo Horizonte, o artista plástico, cartunista, ilustrador e escritor Mario Vale. A causa da morte não foi divulgada. O velório será realizado domingo (1°/3), das 13h30 às 15h30, no Memorial Zelo, que fica na Avenida do Contorno, 8.657, Bairro Gutierrez.
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Mineiro de Belo Horizonte, com carreira de mais de quatro décadas dedicada às artes, ele é autor de mais de 30 livros infantojuvenis. Vale publicou charges em diversos jornais e revistas de todo país.
Também participou de várias exposições, produziu e dirigiu programas de TV. Criou 12 desenhos animados que foram veiculados nacionalmente pela Rede Globo de Televisão.
Durante 14 anos, publicou diariamente ilustrações e uma coluna fixa no caderno de cultura do jornal “Hoje em dia”. Recebeu vários prêmios, entre eles o Jabuti, o Cartum no XIII Salão Internacional de Humor de Piracicaba, Selo Altamente Recomendável (FNLIJ), e Luis Jardim – FNLIJ – com “A linha do Mario Vale”, eleito o melhor livro de imagens de 2007.
Ainda trabalhou com arte-educação, ministrando oficinas de criatividade para crianças e professores da rede escolar.
Em 2024, foi homenageado pelo Flitabira com a exposição “Humor para leitura”. Trinta flâmulas foram afixadas em postes na Avenida Carlos Drummond de Andrade, com frases cunhadas por Vale acompanhadas de seus respectivos cartuns.
Alguns exemplos das frases eram: “A TV não sabe ler”, “O Ministério da Saúde adverte: ler pode melhorar sua saúde mental”, “Ler ou não ler: eis a questão” e “Livro, fonte natural de vitaminas”.
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Mario Vale deixa a mulher, a artista plástica Monica Sartori, e dois filhos, Luis e Pedro.
