Wagner Moura em Hollywood: a consolidação da carreira internacional
O ator baiano se destaca no exterior com papéis marcantes em produções como 'Narcos' e 'Guerra Civil'
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Vencedor do prêmio de melhor ator em filme de drama no Globo de Ouro pelo longa “O agente secreto”, Wagner Moura está se consolidando como um dos talentos mais versáteis na indústria cinematográfica global. O ator foi o primeiro brasileiro que ganhou na categoria.
A virada de chave em sua carreira internacional começou com a interpretação de Pablo Escobar na série “Narcos”, da Netflix. O papel lhe rendeu aclamação da crítica e uma indicação ao Globo de Ouro em 2016, além de demonstrar sua capacidade de se entregar a personagens complexos.
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Moura participou de produções como o aclamado “Guerra Civil”, “Wasp network: rede de espiões”, do blockbuster “Agente oculto”, também da Netflix, e da série “Iluminadas”, da Apple TV+. Além disso, estreou como diretor no premiado “Marighella”, um filme que reforçou sua veia política e seu interesse em contar histórias brasileiras com alcance universal.
Trajetória e posicionamento
Além de atuar, o baiano tem investido em seu papel como produtor e diretor. Ele mantém uma forte conexão com o cinema nacional, já tendo expressado o desejo de dirigir novos projetos no Brasil, mostrando que sua carreira internacional não o afasta de suas raízes.
Em seu discurso no Globo de Ouro, o ator fez questão de celebrar, em português, as produções culturais brasileiras. "Para todo mundo no Brasil assistindo isso agora. Viva o Brasil! Viva a cultura brasileira!", declarou.
O ator também se destaca por ter a voz ativa em debates políticos e sociais, usando sua visibilidade para amplificar pautas importantes. Essa postura o diferencia na indústria e atrai a atenção para projetos que carregam mensagens fortes, tornando sua trajetória um exemplo de como usar a arte como ferramenta de transformação e diálogo no cenário global.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria
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