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Gabriel Guimarães
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Imersão Indústria discute circularidade e rejeitos com a AngloGold Ashanti

Fiemg reuniu especialistas para discutir inovação e circularidade na mineração, com foco na valorização de rejeitos e participação da AngloGold

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Gabriel Guimarães e Eduardo Couto

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O Imersão Indústria, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), foi realizado em Belo Horizonte nos dias 23 e 24 de abril e reuniu especialistas do setor produtivo, com destaque para o segmento mineral. No dia 24, o painel “Inovação e Circularidade na Valorização de Rejeitos” contou com a participação de representantes da AngloGold Ashanti, Anglo American e Nexa Resources, abordando desafios técnicos e regulatórios e o papel da geometalurgia na identificação de oportunidades de reaproveitamento de rejeitos.

Durante o debate, a AngloGold Ashanti destacou sua estratégia de reposicionar rejeitos como ativos de valor. “Estamos avançando de forma consistente na transição de um modelo baseado no armazenamento para uma lógica de valorização. O rejeito deixa de ser visto como passivo e passa a ser tratado como coproduto, com potencial de aplicação industrial e geração de novos negócios”, afirmou Mariana Gazire Lemos.

A companhia tem estruturado essa atuação com base em inovação, segurança e sustentabilidade, com iniciativas como o uso de rejeitos na produção de materiais para a construção civil, além de investimentos em geometalurgia, filtragem e empilhamento a seco. O painel convergiu para a visão de que os rejeitos podem se tornar recursos estratégicos, gerando valor econômico, reduzindo impactos ambientais e contribuindo para uma mineração mais sustentável.

Gerdau é reconhecida no principal prêmio de sustentabilidade da indústria do aço

A Gerdau foi reconhecida pela primeira vez como “Campeã em Sustentabilidade do Aço” (Steel Sustainability Champion) pela World Steel Association, no âmbito da edição de 2026 do programa que reúne produtoras com compromisso e avanços consistentes em práticas ambientais, sociais e de governança. O anúncio ocorreu em 14 de abril, durante o encontro anual da entidade em Berlim, Alemanha, que representa cerca de 85% da produção global de aço.

Segundo André Bier Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da companhia, “a conquista deste reconhecimento pela World Steel coloca a Gerdau em um grupo seleto de empresas que poucas organizações no mundo conseguem acessar, ratificando nossa credibilidade no cenário global. Esta certificação mostra a evolução consistente da nossa jornada e reforça que a sustentabilidade é um compromisso transversal na companhia”. O reconhecimento considera critérios como adesão à carta de sustentabilidade da entidade, atendimento a indicadores ESG e participação em iniciativas globais de transparência e avaliação.

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foi o lucro líquido ajustado da Gerdau no 1TRI26, uma alta de 33,6% na comparação anual

Mina de ouro Tucano volta a operar no Amapá após investimento de US$ 91 milhões

A Amapá Minerals, antiga Tucano Gold, retomou oficialmente as operações da planta da mina de ouro Tucano, no Amapá, no último dia 15 de abril. A companhia investiu mais de US$ 91 milhões na reativação do complexo, incluindo reforma completa da planta de beneficiamento, com capacidade para processar até 10 mil toneladas por dia. A expectativa é produzir o primeiro metal ainda em abril.

A retomada ocorre após cerca de seis meses de trabalhos de reforma, testes e comissionamento dos principais equipamentos e sistemas da unidade. A empresa também assegurou consumíveis e reagentes críticos para a fase inicial da operação, além de preparar estoques de minério para alimentação da planta. A cava AB será a primeira a fornecer minério bruto, enquanto a preparação avança no depósito de Urucum Norte.

Considerado um dos sistemas auríferos mais relevantes do Brasil, Tucano tem previsão inicial de mais de dez anos de vida útil e potencial para atingir até 150 mil onças anuais de produção. A mina estava paralisada desde 2022, após a falência da antiga operadora Great Panther. A retomada, agora sob controle da Amapá Minerals, marca uma nova fase para o ativo e pode abrir caminho para a futura abertura de capital da companhia.

“Não seria sinônimo de um melhor aproveitamento do ativo”

Márcio Elias Rosa

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Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, sobre avaliação do governo de que não se justifica a criação de uma empresa estatal para atuar no processo de exploração dos minerais críticos.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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