Helvécio Carlos
Helvécio Carlos
Com 30 anos dedicados ao jornalismo, com passagens por emissoras de rádio e assessoria de imprensa, é desde 2001 titular da coluna Hit, do jornal Estado de Minas. Entre 2011 e 2017 foi editor da revista Hit, publicação de lifestyle.
Hit

Com homenagem a Lô Borges, Lenine emociona a plateia no Minascentro

O cantor pernambuco lançou em BH o disco 'Eita', o primeiro de inéditas 10 anos depois de 'Carbono'

Publicidade

Mais lidas

Lenine é um cantor de poucas palavras. No palco, não fala quase nada com a plateia. Foi assim no último sábado (25/7), no Minascentro, onde lançou seu mais novo trabalho, “Eita”. Isso não quer dizer que ele não seja atencioso com o público. Em quase duas horas do show, o pernambucano estava concentrado na apresentação de 31 canções, certamente um dos melhores espetáculos deste ano em Belo Horizonte. Num dos poucos papos com a plateia, revelou a emoção de estar em Minas, terra de Milton Nascimento. E foi gentil ao agradecer a receptividade do público, que lotou o teatro do Minascentro.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

• MOMENTO TERNURINHA

Antes da metade do show, Lenine sentou no banquinho. Com o violão e sozinho, fez o “momento ternurinha”, apelido que sua equipe pôs na performance solo. Cantou “Foto de família”, “É o que interessa”, “Leve e suave” e “Paciência”. Os fãs, por sua vez, não ficaram calados. No final do bloco, alguém fez uma brincadeira com o nome do show, gritando lá do fundo: “Eita que tá bom demais!”.

Ao final da apresentação, Lenine reverenciou a memória de Lô Borges, que morreu em novembro do ano passado. Aos versos de “Hoje eu quero sair só”, última canção do bis, acrescentou um trecho de “Para Lennon e McCartney”.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

O show de Lenine é daqueles espetáculos imperdíveis. Tanto pela reação da plateia, que acompanha todas as canções com entusiasmo, quanto pela beleza da obra do pernambucano, acompanhado por uma grande banda. Nos bastidores, Lenine recebeu Paulo Pederneiras e bailarinos do Grupo Corpo. “Sempre com saudade de você. Você sabe disso”, disse ele a Paulo, diretor artístico da companhia mineira, para a qual Lenine criou as trilhas dos espetáculos “Breu” (2007) e “Triz” (2013).

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

Tópicos relacionados:

belo-horizonte lenine musica

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay