O espaço onde por muitas décadas funcionou a fábrica de tecidos da Vila de Biribiri, em Diamantina, foi transformado em Centro de Memórias. Talvez o grande presente da festa de 150 anos do vilarejo, realizada sexta (17/7) e sábado passados.
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Entre acervo de máquinas, objetos, textos, fotografias e documentos, o público irá conhecer a história da Vila do Biribiri desde a sua fundação, em 1876. A programação festiva, parceria entre a Estamparia S.A. e a Prefeitura de Diamantina, contou ainda com premiação aos estudantes que venceram os concursos de redação, histórias em quadrinho e crônicas, em parceria com a Superintendência Regional de Ensino de Diamantina.
Vesperata com a banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz e a banda do 3º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais marcou com emoção as comemorações em torno do aniversário de Biribiri.
NA PRÁTICA
Para interpretar o oleiro Cipriano Algor em “O amor possível”, espetáculo inspirado no romance “A caverna”, de José Saramago, a atriz Priscilla Duarte foi além da construção cênica e aprendeu, na prática, a arte da modelagem em barro.
O processo começou na Itália, com ensinamentos de Luca Catò, do Laboratório Tutti Giù per Terra, em Bergamo, e seguiu no Brasil, em intercâmbio com as Oleiras do Candeal, comunidade quilombola em Cônego Marinho, no Norte de Minas.
A preparação contou, ainda, com a consultoria da ceramista Laila Kierulff, fundadora do grupo Ceramistas Maria Quem Dera, de Pedro Leopoldo.
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O barro é um elemento central da montagem, que encerra as comemorações dos 30 anos do Teatro Diadokai, com temporada desta sexta (24/7) a domingo, na Sala João Ceschiatti, no Palácio das Artes.
Em cena, a manipulação da argila integra a narrativa e reforça a relação entre o ofício artesanal, a memória e as reflexões sobre tradição e modernidade propostas pela obra de José Saramago.
DISCOTEQUE
O DJ Vinicius Amaral anima a pista de mais uma edição da festa Discoteque nesta sexta-feira (24/7), a partir das 21h, na Rua Leopoldina, 85, no Santo Antônio.
RECEITAS DE FAMÍLIA
O restaurante Taberna Baltazar nasceu de uma história de amor! Em 1919, Aurélio Baltazar chegou a BH, vindo de Portugal, para trabalhar com um primo, numa mercearia no bairro Serra. Em 1962, a portuguesa Tereza Caetano mudou-se para o Brasil, também para a capital mineira.
Numa festa da comunidade lusitana, os dois se conheceram, começando assim a história da Taberna Baltazar. A mercearia do primo foi comprada pelo casal, que virou o restaurante e hoje prefere ser reconhecido como bar.
É referência em gastronomia portuguesa na cidade e foi escolhido para participar do Festival Fartura Nova Lima, pois a temática da edição traz receitas de família. E hoje são as filhas do casal, Flávia e Izabel, que comandam a casa.
O evento terá diversas atrações artísticas e gastronômicas e será nos dias 1º e 2 de agosto, no Espaço Csul, na Lagoa dos Ingleses, com entrada gratuita.
CASA MINEIRA
Novidade no mercado livreiro. Fernando Amado Aymoré, que assina como Sofia Filone o romance “A letra X”, agora faz parte da editora mineira Literíssima. Seus livros já se encontram na livraria da editora aqui em BH. Neste fim de semana, estarão no stand da editora na Praça Aberta da Flip, em Paraty.
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