O que você seria capaz de fazer diante da chance de transformar a própria vida? É a partir dessa pergunta que nasce “Doce árido”, espetáculo com texto e direção de Tairone Vale.

A peça reúne em cena as atrizes mineiras Pri Helena (no ar na novela “Quem ama cuida”, na TV Globo), Rebeca Figueiredo e Layla Paganini, que dão vida a três gerações de mulheres responsáveis por sustentar a casa, em uma pequena roça no interior de Minas Gerais, com a produção artesanal de doce de leite.

 


• INFÂNCIA
Mineiro de Juiz de Fora, Tairone Vale resgatou memórias da infância e os afetos construídos pelas matriarcas de sua família para criar uma história de ficção ambientada no interior de Minas Gerais.

Escrito em 2013, o texto ganhou os palcos pela primeira vez no ano passado, em Juiz de Fora, e este ano foi apresentado no Festival de Curitiba. A partir de 16 de julho, a montagem ganha sua primeira temporada carioca, no Teatro Ipanema Rubens Corrêa. 

 

• RETORNO AOS PALCOS
A atriz Lilian Amaral retorna aos palcos de centros culturais da capital mineira com o espetáculo “Brigite Guardô em alegria não se encaixa”. Serão sete apresentações gratuitas, com a primeira delas no Centro Cultural Lindeia Regina (sábado, 25/7), às 16h30.

Também serão realizadas oficinas para crianças de 5 a 12 anos, sendo a primeira no dia 8/8, sábado, às 10h, no Centro Cultural do bairro das Indústrias.


• EM PRADOS
O Festival de Música de Prados chega à sua 47ª edição celebrando um marco histórico: o centenário dos seus fundadores, os maestros e compositores Adhemar Campos Filho (da Lira Ceciliana, entidade de preservação da música barroca mineira) e Olivier Toni (fundador da escola de música da USP). 

Ao homenageá-los, o festival exalta a vocação dos seus mestres – tornar a música de concerto acessível, próxima às pessoas, quebrando a lógica elitista que envolve as composições clássicas.

Ao longo de 15 dias de programação gratuita (entre 18 de julho e 1º de agosto), praças e igrejas de Prados, Tiradentes, Dores de Campos e Coronel Xavier Chaves serão palco de concertos, recitais e aulas de música realizadas por 35 músicos convidados e músicos da região.


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Neste ano, o festival apresentará repertórios que criam diálogos e contrastes entre o barroco mineiro e obras modernas.

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Os concertos sinfônicos, realizados nos dois sábados do festival, sob a regência de André Bachur, representam alguns dos momentos centrais da programação. Neles, o público poderá ouvir obras de Olivier Toni, Adhemar Campos Filho, Antonio Vivaldi e Shostakovich.

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