Bailarina mineira vem da Alemanha para coreografar ópera
Regina Advento, que foi do Grupo Corpo e se mudou para a Alemanha, onde integra a companhia Pina Bausch, assinará coreografias de 'Chica da Silva'
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Regina Advento está com passagens marcadas para o Brasil. A ex-bailarina do Grupo Corpo e um dos nomes de peso da companhia Pina Bausch, desembarca em Confins em agosto para cumprir agenda de dois meses com a Fundação Clóvis Salgado.
Regina será a coreógrafa da ópera inédita “Chica da Silva”, que estreia em 12 de setembro, em Diamantina, e depois cumprirá temporada no Grande Teatro do Palácio das Artes. Morando há mais de 30 anos na Alemanha, ela vem acompanhada do marido. “A proposta é contribuir com coreografias desenvolvidas com os bailarinos para algumas cenas da ópera.
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Minha filha não vai estar nesta viagem, mas meu marido pretende ir de férias e planeja assistir à pré-estreia da ópera em Diamantina. É uma alegria retornar. Já ministrei duas pequenas oficinas de dança com os bailarinos da Cia de Dança do Palácio das Artes, em outros momentos”, conta Regina.
EM CENA
Encomendada pela FCS, a obra tem música de Guilherme Bernstein e libreto de Marcus Bernstein e Flávia Bessone, e narra a trajetória da escravizada parda que conquistou o contratador de diamantes João Fernandes, figura emblemática do Brasil colonial.
A montagem conta com direção cênica de Jorge Takla, coreografia de Regina Advento, figurinos de Willian Rausch, cenários de Jonas Soares e iluminação de Gabriel Pederneiras. A soprano Monique Galvão interpreta Chica da Silva, sob regência do maestro Sílvio Viegas, à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e do Coral Lírico de Minas Gerais, corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado que participam da produção. A ópera faz parte das celebrações dos 55 anos do Palácio das Artes e da Cia. de Dança Palácio das Artes, que também comemora 55 anos, e dos 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.
FADO & JAZZ
O cantor português António Zambujo fará única apresentação no Sesc Palladium, dia 8 de maio. É bom ficar atento aos ingressos. Ano passado ele lotou o teatro, em apresentação memorável ao lado de Yamandu Costa. A crítica exalta sua capacidade de dizer muito cantando “baixinho”, quase como um segredo ao ouvido, e sua técnica vocal é descrita como impecável.
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EM OURO PRETO
Fani Bracher marcou para 13 de março a abertura de sua exposição “Pele e osso”, na Sala Manoel da Costa Athaíde, anexa ao Museu da Inconfidência.
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