Episódios de importunação sexual acendem um alerta sobre a importância de saber como agir em situações de violência. Em situações de desespero, surge a dúvida: o que fazer e onde buscar ajuda imediata após ser vítima de um crime como este? Conhecer os passos corretos pode garantir a segurança da vítima e a devida punição do agressor.
Qual a diferença entre assédio e importunação sexual?
Embora frequentemente confundidos, os termos têm definições distintas na lei. A importunação sexual, crime desde setembro de 2018, é a prática de ato libidinoso contra alguém sem sua autorização, com o objetivo de satisfazer o próprio desejo.
Já o assédio sexual pressupõe uma relação de hierarquia ou poder, como no ambiente de trabalho, onde o agressor se vale de sua posição para constranger a vítima com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual.
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Fui vítima de assédio, o que fazer imediatamente?
Agir rapidamente após um episódio de violência é fundamental para garantir a segurança da vítima e a coleta de provas contra o agressor. O primeiro passo é sempre priorizar a própria proteção e, se possível, seguir um protocolo para facilitar a investigação policial.
Passo a passo para agir após o crime
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Procure um local seguro: afaste-se imediatamente do agressor e busque abrigo em um lugar movimentado ou peça ajuda a pessoas próximas. Sua segurança é a prioridade absoluta.
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Preserve as provas: se houve contato físico, evite trocar de roupa ou tomar banho antes de registrar a ocorrência. Guarde mensagens, fotos, vídeos ou qualquer outro registro que possa comprovar o ato.
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Busque testemunhas: anote o nome e o contato de pessoas que presenciaram a cena. O depoimento delas pode ser decisivo para a investigação e para o processo judicial.
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Acione a polícia: ligue para o 190, o número de emergência da Polícia Militar, especialmente se o crime estiver ocorrendo ou tiver acabado de acontecer. Relate o ocorrido e siga as orientações dos agentes.
Onde denunciar e buscar ajuda?
Além do atendimento emergencial, existem canais especializados que oferecem suporte jurídico, psicológico e social às vítimas, garantindo um acolhimento completo e humanizado. Conhecer esses recursos é essencial para o processo de recuperação e justiça.
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Polícia Militar (190): Ideal para situações de emergência que estão acontecendo no momento. A chamada é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone.
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Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180): Funciona 24 horas por dia e oferece escuta e orientação qualificada em todo o país. A ligação é gratuita e confidencial.
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Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs): Unidades da Polícia Civil com equipes preparadas para acolher e investigar crimes de violência contra a mulher.
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Centros de Referência da Mulher: Espaços que oferecem acolhimento e acompanhamento psicológico e social, além de orientação jurídica para as vítimas.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria
