PERDA CAPILAR

Mãe de Lucas Lucco mostra impacto da alopecia areata nos cabelos; entenda

A extensão da perda de fios varia, mas, na maioria dos casos, os fios voltam a crescer com o tratamento adequado

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Por meio de um vídeo publicado em seu Instagram, a influenciadora Karina Lucco, mãe do cantor Lucas Lucco, mostrou o impacto da alopecia areata nos seus cabelos. "Eu estou em paz, sigo com fé e coragem", escreveu. 

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A alopecia areata é uma condição autoimune que afeta cerca de 2% da população, representando anualmente 1,2% dos atendimentos dermatológicos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. “A alopecia areata é uma condição  caracterizada pela queda de cabelo em áreas localizadas, com falhas arredondadas”, diz o dermatologista Daniel Cassiano, diretor da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD-RESP). 

Sem causa conhecida, mas com participação genética, a alopecia areata pode estar relacionada a uma série de fatores, incluindo estresse, gravidez, traumas físicos, quadros infecciosos e outras doenças autoimunes. 

“A extensão da perda de fios pode variar de paciente para paciente, restringindo-se, geralmente, a pequenas áreas arredondadas no couro cabeludo. Mas, em alguns casos, a perda capilar pode afetar todo o couro cabeludo e até outras regiões do corpo que tenham pelos, como as sobrancelhas e cílios”, explica o dermatologista. 

Perda dos fios

Ela ressalta que as formas graves da doença são raras, especialmente a alopecia areata universal, quando há perda total dos cabelos e dos pelos do corpo. Mas, na grande maioria dos casos, a queda de cabelo não é permanente e mesmo situações de perda extensa dos fios e pelos apresentam boa resposta terapêutica, ainda que limitada e variável. 

“Os tratamentos disponíveis atualmente visam o controle da doença, reduzindo falhas e evitando o surgimento de novas áreas sem cabelos. O médico pode indicar medicamentos tópicos e orais, que não se restringem ao minoxidil e à finasterida e incluem também corticosteroides e imunomoduladores, por exemplo. Além disso, podem ser indicados também procedimentos como a fototerapia e até intervenções no estilo de vida com o objetivo de controlar fatores emocionais, por exemplo”, acrescenta Jade Cury, presidente da SBD-RESP.

Segundo a especialista, a conscientização sobre a doença é fundamental para que o paciente inicie o tratamento o quanto antes. "Por falta de conhecimento sobre a alopecia areata, muitas pessoas só procuram um dermatologista quando os sintomas já estão avançados. E o diagnóstico precoce contribui para uma melhor resposta terapêutica”, explica. 

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Além disso, informar a população sobre a doença também é importante para diminuir o preconceito que ainda envolve a alopecia areata e auxiliar os pacientes a lidarem com a condição. "Apesar de não ser contagiosa ou trazer riscos diretos à saúde física, é uma condição que provoca grande impacto estético e emocional, afetando autoestima, vida social e bem-estar psicológico”, informa Jade. 

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