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Coração que pulsa forte


postado em 20/04/2019 05:08

O motor entrega 21cv de potência e torque de 1,85kgfm(foto: Dafra/Divulgação)
O motor entrega 21cv de potência e torque de 1,85kgfm (foto: Dafra/Divulgação)





Depois de ser apresentada no Salão das Duas Rodas de São Paulo, em 2017, desembarca este mês no mercado a Dafra Apache RTR 200, com preço sugerido de R$ 12.490. O processo de desenvolvimento do modelo contou com a parceria da TVS, a terceira maior fabricante de motos da Índia, em estratosférica expansão. Lá, a TVS, em parceria com a BMW, produz os modelos G 310 GS e G 310 R, também vendidos no Brasil, porém, montados pela fabricante alemã. Aqui, a Dafra, nascida em 2007, com fábrica em Manaus, também já montou modelos BMW.

As diferentes particularidades e características dos consumidores indianos e brasileiros, entretanto, exigiram da nossa engenharia vários ajustes, resultando em um modelo adaptado para o mercado nacional. A nova Apache 200 substitui a “irmã” Apache 150, que foi apresentada em 2010 e atingiu cerca de 36 mil unidades comercializadas, até sair de linha. O modelo Apache RTR 200 conserva a arquitetura de motor com um cilindro, refrigerado a ar, porém, com 198cm³, e também substitui o veterano carburador pelo sistema de injeção eletrônica de combustível.

MOTOR
O novo propulsor entrega 21cv a 8.500rpm (contra 14cv da Apache 150) e torque de 1,85kgfm a 6.500rpm (1,25kgfm na 150). Números que aproximam ao desempenho de modelos com 250cm³, deixando a performance da Apache RTR 200 bastante esportiva. Para acompanhar o maior “nervosismo”, os freios também foram redimensionados, em estilo margarida. Na dianteira, disco de 270mm de diâmetro e na traseira, 240mm, equipados com sistema CBS (freios de atuação combinada), que distribui parte da pressão da roda traseira para a dianteira automaticamente.

O painel foi modernizado, ganhando tela digital em LCD, encaixado em micro para-brisa acima do farol, que traz luzes de posição. Já a lanterna é em LED. Entre as comodidades urbanas, uma tomada USB para recarregar aparelhos eletrônicos. A ergonomia acompanha a proposta, com banco em dois níveis, como nas esportivas, além de encaixe no tanque para os joelhos. Contudo, os semiguidãos têm posicionamento mais elevado, o que permite maior comodidade nos deslocamentos do dia a dia, ou em longas jornadas no trânsito.

VISUAL
Para abrigar todos os sistemas, um quadro em tubos de aço, com berço duplo dividido. As rodas são de liga leve (escurecidas), com aros de 17 polegadas de diâmetro, calçadas com pneus sem câmara de medida 90/90 na dianteira e 130/70 na traseira. Uma característica pouco usual em modelos de baixa cilindrada está presente no conjunto de câmbio, com cinco marchas e embreagem. Nas reduções mais radicais, a embreagem atua de forma deslizante, impedindo o travamento da roda traseira, conservando a dirigibilidade.

A suspensão dianteira é telescópica convencional (não invertida), com 117mm de curso. A suspensão traseira é do tipo mono, com 105mm de curso e sete regulagens na pré-carga. O tanque de combustível tem tampa estilo aviação, mas curiosamente deslocada do centro, para a direita. O novo formato também produziu a redução na capacidade do tanque, que passou de 16 para 12 litros, em relação à antiga Apache 150. O peso também aumentou, passando de 136kg para 139kg, incluindo proteção inferior tipo limpa-trilhos. As cores oferecidas são o vermelho fosco e preto brilhante.


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