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Estado de Minas

Clássica do presente

Com estilo retrô, mas tecnologia atual, modelo tem iluminação em LED, mapas de motor, freios com sistema ABS e motor com dois cilindros paralelos Bonneville, de bom desempenho


postado em 19/01/2019 05:02

O farol redondo tem iluminação em LED(foto: Fotos: Triumph/Divulgação)
O farol redondo tem iluminação em LED (foto: Fotos: Triumph/Divulgação)



A marca inglesa Triumph, instalada oficialmente no Brasil, produz uma extensa gama de modelos que vão das esportivas às polivalentes big trail. Porém, a linha das clássicas vai ganhando cada vez maior participação em seu portfólio e contará com mais um reforço: a nova Speed Twin 1200, que desembarca no Brasil no primeiro semestre deste ano, ainda sem preço definido. O modelo é uma releitura inspirada na Speed Twin de 1938, que fez bastante sucesso, até a interrupção da produção em razão da Segunda Guerra Mundial.


A Speed Twin original, desenhada por Edward Tuner, tinha motor com dois cilindros paralelos (Twin), 500cm³ e desenvolvia cerca de 27cv de potência. Com o fim da guerra, a produção foi retomada e o modelo, junto com suas várias derivadas e versões, formaram a base da linha Triumph por muitos anos. A nova Speed Twin 1200, apresentada este mês, entretanto, incorpora tecnologia de ponta, dentro do conceito neoclássico, que mantém o charme do estilo retrô, mas proporciona muito desempenho, conforto e segurança.

SEGMENTO O estilo retrô moderno caracteriza uma tendência também encampada por outras montadoras, que relançam seus próprios modelos clássicos do passado, inclusive no Brasil, como, por exemplo, a Kawasaki Z 900RS e a Honda CB 1000R, equipadas com motor de quatro cilindros. A Speed Twin 1200, porém, conta com motorização de dois cilindros paralelos Bonneville, que também equipa o modelo Café Racer Thruxton. Um motor bastante compacto e afinado, com oito válvulas, que passou por ajustes, como cabeçote de magnésio.


O motor desenvolve 97cv a 6.750rpm e torque de 11,4kgfm a 4.950rpm. Para ajustar o tipo de tocada de cada piloto, além das condições do piso, conta com ajuda da eletrônica no controle de tração e em três modos de pilotagem: Road (estrada), Rain (chuva, para pisos escorregadios, quando a entrega de potência fica mais progressiva) e Sport (esporte), que permite usufruir da máxima potência e torque. Porém, o piloto ainda tem a opção de desligar o sistema a assumir a pilotagem, conforme a sua sensibilidade.

ESTILO A modernidade também incorporou iluminação em LED, incluindo farol, setas e lanterna traseira. Na segurança, os freios contam com sistema ABS. Na dianteira, dois discos de 305mm de diâmetro, mordidos por pinças Brembo de quatro pistãos e um disco simples de 220mm na traseira, com pinça Nissin. Os tempos modernos também acrescentaram uma tomada do tipo USB para recarregar o celular, além de painel que conserva os instrumentos redondos, mas com tela digital.
A embreagem tem sistema assistido, para manter a “maciez” no manete. O estilo retrô moderno fica evidente nas contemporâneas rodas de liga leve, com tanque (14,5 litros), farol e farolete arredondados, mas retrovisores nas pontas do guidão. O quadro também foi herdado da Thruxton, mas a ergonomia é bem mais relaxada, com guidão mais alto e pedaleiras menos recuadas. Porém, o emprego de materiais nobres reduziu o peso em 10kg (196kg a seco) em relação à Thruxton. A suspensão dianteira convencional tem 120mm de curso e a traseira com dois amortecedores, 120mm.


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