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Estado de Minas MALTA

Inferninhos de Malta: agito de dia e de noite

Boates, restaurantes, pubs e casas de prostituição têm movimento intenso todos os dias da semana


postado em 26/11/2019 04:00 / atualizado em 28/11/2019 13:42

A Rua Paceville é o ponto de concentração dos nightclubs na ilha, que abrem todos os dias do ano(foto: Malta/reprodução)
A Rua Paceville é o ponto de concentração dos nightclubs na ilha, que abrem todos os dias do ano (foto: Malta/reprodução)

 
Malta também é famosa pela noite. Boates e pubs não faltam na ilha. O ponto de concentração dos nightclubs é o famoso Paceville, rua que abriga as principais casas noturnas de Malta, como boates, bares e até de prostituição. Ao contrário do Brasil, normalmente não se paga para entrar nesses lugares em Malta; na ilha, é necessário pagar apenas a consumação.
 
Paceville é movimentado, colorido, iluminado e lembra muito a agitação de Las Vegas, com cassinos, casas de apostas, boates, e gentleman’s clubs. Na capital da vida noturna de Malta não existe dia de semana; lá, todo dia é sábado.
 
O curioso é que, das aproximadamente 30 casas noturnas e bares da região, quase metade é da mesma família. O milionário Hugo Chetcuti é o homem responsável pelo império que se transformou a companhia que leva o seu nome como emblema.
 

 
No entanto, o dinheiro não foi suficiente para evitar sua morte. Na noite de 6 de julho do ano passado, enquanto celebrava a abertura de mais um estabelecimento de sua marca, Hugo foi esfaqueado por um sérvio de 36 anos, ex-empregado da companhia. O empresário chegou a ficar seis dias internado no hospital, mas acabou morrendo.

INDEPENDÊNCIA

 

As belas praias de Malta, com águas azul-turquesa, ficam lotadas durante o dia(foto: Pedro Lovisi/Especial para o EM)
As belas praias de Malta, com águas azul-turquesa, ficam lotadas durante o dia (foto: Pedro Lovisi/Especial para o EM)
Apesar de ter se autoproclamado independente da Inglaterra em 1964, Malta concedeu território para o Exército britânico até 1979, mantendo laços que perpetuam até hoje. A ilha adota o sistema britânico de administração pública, educação e legislação. Além disso, a maioria dos produtos comercializados em Malta são importados principalmente da Itália e da Inglaterra.

 
Em maio de 2004, o país entrou na União Europeia e em janeiro de 2008 na Zona do Euro. Desde então, Malta começou a se desenvolver e a atrair indústrias e investimentos. Atualmente, é impossível andar na ilha sem perceber as obras em andamento, principalmente na região turística.
Na ilha, encontra-se muita oportunidade de emprego, principalmente no verão, quando a população cresce bastante com o boom de turistas. No entanto, a maioria das vagas é para serviços com baixa qualificação e, por isso, atraem mais imigrantes do que os próprios malteses.
 
Atualmente, de acordo com o Gabinete de Estatísticas da União Europeia, organização que produz dados para a União Europeia, o desemprego em Malta beira os 3,5% – quarto menor índice da Zona do Euro, atrás apenas da República Tcheca, Alemanha e Holanda.
 
Por dentro de Malta

População: 483.530 pessoas
PIB: US$ 14,542 milhões
Expectativa de vida: 82 anos
IDH: 29º
Índice (2018 – Banco Mundial)

Valletta, a capital de Malta, abriga inúmeras construções do barroco. Em 1980, a Unesco classificou a cidade como patrimônio mundial

Com mais de 4 mil anos de história, Mdina é a antiga capital de Malta. Suas ruas são cercadas de construções da arquitetura medieval e barroca.

Para alguns, Blue Lagoon retrata a divindade; para outros, o poder e a imensidão da natureza 

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