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Estado de Minas VÔLEI FEMININO

Thaísa: de volta ao Minas e de olho na Seleção Brasileira

Meio de rede, que pediu dispensa da Seleção, revela que espera ter grande desempenho pelo clube mineiro para conseguir disputar mais uma Olimpíada


postado em 07/10/2019 04:00

Thaísa:
Thaísa: "Não dá para não pensar na Seleção. Ainda mais quando se fala em Olimpíada. E o caminho para conseguir voltar é o Minas e os resultados que obtivermos" (foto: Orlando Bento/MTC)


Com um grupo renovado, o Minas se prepara para a temporada 2019/2020 do vôlei feminino, quando disputará cinco competições: Campeonato Mineiro, Superliga – busca seu primeiro bicampeonato consecutivo, sendo que o time é tri da competição –, Copa do Brasil – também busca o segundo título consecutivo –, Campeonato Sul-Americano e Mundial Interclubes. Para isso, um time de peso, com muitos reforços, dentre eles a meio de rede Thaísa, de 30 anos, bicampeã olímpica e penta do Grand Prix Mundial.


Thaísa vive o que ela chama de “volta no tempo”. “Já havia jogado aqui antes, de 2002 a 2005. Aprendi muito nessa primeira passagem, principalmente porque era muito nova. E tudo aquilo me ajudou na carreira, a chegar à Seleção Brasileira e a participar das conquistas que tivemos. Agora estou de volta e quero ajudar na conquista de títulos aqui.”


A jogadora conta que está feliz por estar de volta ao clube. “Agora, é pensar em empenhar cada vez mais nos treinos e jogos que estão por começar. Temos objetivos e vamos trabalhar muito por isso.”
Não há como Thaísa evitar o assunto Seleção Brasileira, da qual pediu dispensa esse ano para descansar “corpo e mente”, segundo ela. Mas a menos de um ano da Olimpíada de Tóquio, diz pensar, sim, em voltar à Seleção. “Não dá para não pensar na Seleção. Ainda mais quando se fala em Olimpíada. E o caminho para conseguir voltar é o Minas e os resultados que obtivermos. Tenho de ter uma excelente temporada. Estou preparada para isso. Vou me cuidar, me esforçar. O caminho é longo, mas sei que tenho condições.”

Grupo forte

 

Para tentar seguir a conquista de títulos, o Minas se reforçou, especialmente depois de perder três importantes jogadoras: as ponteiras Gabi e Natália e a central Mara, além do técnico italiano Stefano Lavarini.


O novo treinador também vem da Itália, é Nicola Negro, que comandava o Bergamo. Sete jogadoras que integraram o time campeão da Superliga na última temporada foram mantidas: as meio de rede Carol Gattaz e Laura, a oposta Bruna Honório, as levantadoras Macris e Bruninha, a líbero Léia e a ponteira Lana.


Além de Thaísa, o time contratou a oposta Sheilla, duas ponteiras, a norte-americana Deja McCelndon e a venezuelana Roslandy Acosta, que disputou a Olimpíada de Londres'2012 por seu país e jogava no Bergamo, e as meio de rede Vivian e Kassiele, ambas ex-Barueri. Promessa do time juvenil, a líbero Luana foi promovida para a equipe adulta.


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