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Estado de Minas DESCONHECIMENTO

Alexandre de Moraes rebate crítica de Gleisi ao Tribunal Superior Eleitoral

Presidente do PT Gleisi Hoffmann disse que o TSE 'entra na vida política dos partidos' e que o Brasil é um dos poucos países a ter um ramo de justiça eleitoral


21/09/2023 18:43 - atualizado 22/09/2023 09:56
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Ministro Alexandre de Moraes
Ministro Alexandre de Moraes rebateu as críticas de Gleisi Hoffmann, sem citá-la, e destacou que o Brasil é um dos países que tem a apuração mais célere (foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, rebateu nesta quinta-feira (21/9) as críticas da presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, à Justiça Eleitoral.

 

 


"Lamentavelmente, a própria existência da Justiça Eleitoral foi contestada por presidente de partido político, fruto do total desconhecimento sobre sua importância, estrutura, organização e funcionamento", afirmou o magistrado por meio de nota oficial.

O ministro disse que o TSE "repudia afirmações errôneas e falsas realizadas no intuito de tentar impedir ou diminuir o necessário controle dos gastos de recursos públicos realizados pelos partidos políticos, em especial aqueles constitucional e legalmente destinados às candidaturas de mulheres e negros".

Moraes teve uma atuação dura durante as eleições do ano passado a fim de impedir os avanços do então presidente Jair Bolsonaro (PL) contra as urnas eletrônicas. Por isso, teve o desempenho exaltado, inclusive, pelo atual presidente Lula (PT).

Agora, no entanto, entrou em embate com a aliada do chefe do Executivo, que criticou a atuação do TSE em sessão de votação da PEC da Anistia na quarta-feira (20/9).

Ela disse que o TSE aplica multas "inexequíveis" e disse que o tribunal "sistematicamente entra na vida política dos partidos".

Também disse que o Brasil é um dos únicos países que tem um ramo da Justiça específico para a questão eleitoral e disse que isso "é um absurdo", além de criticar o custo dos tribunais eleitorais.

Moraes, porém, rebateu as afirmações de Gleisi sem citá-la nominalmente. "A vocação pela democracia e a coragem de combater aqueles que são contrários aos ideais constitucionais e aos valores republicanos de respeito à vontade popular permanecem nesses 91 anos de existência da Justiça Eleitoral, como demonstrado nas eleições de 2022", escreveu.

E prosseguiu: "Somos a única democracia do mundo que apura e divulga os resultados eleitorais no mesmo dia, com agilidade, segurança, competência e transparência. Isso é motivo de orgulho nacional e não para agressões infundadas".

 

 


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