"O deputado não é apenas investigado, mas já indiciado pela Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República vai decidir quanto ao oferecimento da denúncia criminal. Ou seja, é bem provável que o deputado passe a ser réu no processo daqui a pouco, mas já está indiciado", pontuou o deputado.
"Neste caso, o deputado André Fernandes estaria participando de uma investigação da qual ele é investigado, ou melhor, indiciado já por provas da Polícia Federal", completou. De acordo com o deputado mineiro, doze parlamentares assinaram o requerimento com Rogério.
O deputado Filipe Barros (PL-PR), da mesma sigla de André, rebateu a solicitação do deputado mineiro, alegando que em outras comissões, como a dos Correios e do Mensalão, parlamentares envolvidos nas investigações integravam as comissões.
O deputado federal Arthur Maia (União-MA), presidente da CPMI, afirmou que cabe aos líderes dos partidos decidir os membros da CPMI e negou a solicitação.

Correia rebateu a decisão, alegando que o requerimento solicitava que ele encaminhasse o pedido ao presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco. O governista agora vai recorrer à presidência do Senado e a decisão de expulsar ou não Fernandes do colegiado dependerá de uma decisão de Pacheco.
