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Estado de Minas OPERAÇÃO DA PF

Mário Furacão, empresário bolsonarista, é preso por atos golpistas

Ele foi preso pela PF, na manhã desta sexta-feira (3/2), na operação que investiga participantes, financiadores ou apoiadores dos atos terroristas


03/02/2023 10:18 - atualizado 03/02/2023 11:23

Mário Furacão no dia da invasão do congresso
Mário Furacão gravou vídeo dentro do Planalto no dia da invasão do Congresso Nacional (foto: Reprodução/Redes Sociais)
Lucimário Benedito Camargo, conhecido como Mário Furacão, foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF), na manhã desta sexta-feira (3/2), em Rio Verde, Goiás.

O empresário bolsonarista é alvo da quarta fase da Operação Lesa Pátria, que tem o objetivo de identificar participantes, financiadores ou apoiadores os atos terroristas que levaram à depredação do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto em Brasília, no dia 8 de janeiro. 

Mário Furacão gravou um vídeo durante a invasão do Palácio do Planalto. Nele, aparece segurando uma bandeira do Brasil, já dentro do prédio. "O povo brasileiro subindo a rampa, entrando no Palácio cada vez mais e os soldados tacando bomba no povo, esses covardes"

"O povo não vai deixar ladrão governar o país, nem narcotraficante e nem muito menos comunista", diz o bolsonarista em outro trecho.  

Ex-presidente da CDL 


Mário Furacão era presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Rio Verde (GO). De acordo com a entidade, Furacão informou em dezembro do ano passado que iria renunciar o cargo de presidência da CDL.
 
Sabendo da participação do empresário nos atos de vandalismo do Congresso Nacional, em Brasília, a entidade publicou uma nota de repúdio. 

O novo presidente da CDL de Rio Verde, Carlos Alberto Caxeta, assumiu o cargo nessa quinta-feira (2/2). Ele era o vice-presidente da entidade. 
 

Operação da PF

PF cumpre outros dois mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão em seis estados. A operação foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

Hoje, os mandados são cumpridos nos estados de Rondônia, Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, além do Distrito Federal.

Até as 10h40, a polícia não informou se os outros dois suspeitos já foram presos. 



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