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Estado de Minas INVASÃO DO CONGRESSO

Pacheco sobre invasão no Congresso: 'Devem sofrer o rigor da lei'

Presidente do Senado Federal se pronunciou sobre a invasão de bolsonaristas no Congresso Federal na tarde deste domingo (8/1)


08/01/2023 15:40 - atualizado 08/01/2023 15:50

Presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco
Pacheco classificou a invasão ao Congresso Nacional como ato antidemocrático e clama por punição (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado )
O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD), se pronunciou sobre a invasão de bolsonaristas no Congresso Federal na tarde deste domingo (8/1).

“Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência”, afirmou. 

Pelas redes sociais, Pacheco afirmou que está em contato com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que afirmou que está “concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação”.

Ainda de acordo com o líder do senado, forças de segurança do DF e a Polícia Legislativa do Congresso estão empenhadas na ação.
 
 

Invasão

Inconformados com a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) clamam por uma intervenção militar no país. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes estão em confronto com a polícia. 

Desde ontem, cerca de 100 ônibus, com aproximadamente 3.900 pessoas, chegaram à Brasília. Os manifestantes saíram de acampamentos em frente ao "QG do Éxercito".

Segundo imagens publicadas nas redes sociais, alguns vidros do Congresso foram quebrados. Manifestantes estão, neste momento, dentro do Salão Verde. 

Segundo os grupos de Telegram, onde o grupo radical se organiza, a ordem é invadir o Supremo Tribunal Federal (STF), na esperança de que seja instaurada um estado de sítio.

Aos gritos de "faxina geral" e "vamos derrubar o Congresso", os manifestantes tentam invadir o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). 

Lula

Desde o fim das eleições presidenciais, em 30 de outubro, apoiadores extremistas protestam contra o resultado das urnas e demandam intervenção militar em todo o país. Com a posse do presidente Lula, o acampamento dos aliados do ex-presidente em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, foi esvaziando aos poucos.
 
Na última semana, cerca de 200 pessoas permaneciam no local. Com a chegada dos ônibus, as manifestações voltam a se tornar uma preocupação para o novo governo. 

As manifestações foram organizadas pelas redes sociais, e um ato antidemocrático é visado na capital federal neste domingo.


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