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Estado de Minas ELEIÇÕES 2022

Bolsonaro quer taxar dividendos para viabilizar auxílio de R$ 600 em 2023

Ao Correio Braziliense, presidente explicou ideia que pretende propor ao Congresso caso consiga a reeleição; proposta deve impactar o Imposto de Renda


08/09/2022 17:45 - atualizado 08/09/2022 18:06

Bolsonaro participa de sabatina no Correio Braziliense
Bolsonaro participa de sabatina no Correio Braziliense (foto: Reprodução/Correio Braziliense)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta quinta-feira (8/9), que deseja manter, em 2023, o repasse de R$ 600 mensais à população em situação de vulnerabilidade social, por meio do Auxílio Brasil.

Em entrevista ao Correio Braziliense, o candidato à reeleição explicou a ideia de fixar o atual valor em 15% a dividendos de cidadãos que ganhem mais de R$ 400 mil por mês. 

Segundo Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), estão empenhados em arranjar espaço orçamentário para a manutenção do benefício nos moldes de hoje.

“Conversei com o Paulo Guedes para buscar alternativas para ser definitivo a partir do ano que vem. Ele falou: ‘Vai ser definitivo’. Conversei hoje com Arthur Lira, que falou: ‘No que depender da Câmara, vamos buscar alternativas’. Paulo Guedes quer taxar uma parte daquelas pessoas que ganham acima de R$ 400 mil ao mês - e, assim, é taxar, em 15%, o que exceder os R$ 400 mil”, disse, em participação no programa 'CB.Poder", transmitido pela TV Brasília

Bolsonaro resgatou, ainda, uma promessa que chegou a fazer durante a campanha de 2008. “Com esses 15%, dá para pagar os R$ 600 e corrigir a tabela do Imposto de Renda”, projetou ele, que afirmou confiar no aval do Congresso Nacional à proposta. “Ninguém vai votar contra os mais necessitados”.


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