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Estado de Minas AUSÊNCIAS

7 de setembro: presidentes da Câmara, Senado e STF não comparecem a desfile

Rodrigo Pacheco e Arthur Lira se manifestaram sobre a data nas redes sociais. Presidente de Portugal está entre as autoridades no palanque


07/09/2022 11:05 - atualizado 07/09/2022 11:27

Presidente Jair Bolsonaro, primeira-dama Michelle e presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa
Presidente Jair Bolsonaro, ao lado da primeira-dama Michelle e do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa (foto: EVARISTO SA / AFP)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) é o único chefe de Poder do Brasil a comparecer ao desfile militar que é realizado na Esplanada dos Ministérios em Brasília, nesta quarta-feira (7/9). Os presidentes do Senado Rodrigo Pacheco (PSD/MG); da Câmara, Arthur Lira (PL/AL) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, foram convidados, mas não compareceram à cerimônia. 

 

Nas redes sociais, Pacheco disse que as comemorações do 7 de setembro “precisam ser pacíficas, respeitosas e celebrar o amor à pátria, à democracia e ao Estado de Direito”.

 

 
Lira também se manifestou nas redes sociais sobre as comemorações pelos 200 anos da Independência do Brasil. O presidente da Câmara destacou que o Brasil de hoje tem um “futuro de desafios, decisões difíceis, mas necessárias e grandes conquistas a alcançar.”

“O Brasil independente é sempre o que olha para frente”, concluiu. 
 
 

No palanque após desentendimentos


O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, é uma das autoridades presentes no palanque oficial ao lado de Bolsonaro, para assistir ao desfile militar em comemoração ao bicentenário da Independência do Brasil.

Em julho, Bolsonaro desmarcou um almoço que teria com Sousa, em Brasília. O presidente brasileiro teria cancelado o evento após o português ter se encontrado com o ex-presidente Lula (PT).

“Quem convida para almoçar é que decide se quer almoçar ou não”, afirmou Sousa à época. O presidente de Portugal ainda disse entender o contexto político brasileiro, mas lembrou que, no ano passado, esteve no Brasil e conversou com ex-presidente brasileiro e, ainda assim, Bolsonaro o chamou para um almoço. “Portanto, há um paralelo na situação”, frisou.


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