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Estado de Minas CÂMARA

Mineiro é eleito vice-presidente da Câmara dos Deputados

Lincoln Portela foi eleito nesta quarta-feira (25/5). Além dele, Odair Cunha (PT-MG) também foi eleito para 2ª Secretaria da mesa Diretora


25/05/2022 17:49 - atualizado 25/05/2022 20:06

A Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (25/5), três novos integrantes para a Mesa Diretora, responsável por administrar os trabalhos legislativos. Entre eles, dois mineiros: Lincoln Portela (PL-MG), para vice-presidência; e Odair Cunha (PT-MG), para a 2ª Secretaria.
Na vice-presidência, o mineiro Lincoln Portela recebeu 232 dos 406 votos, maioria absoluta. Dezesseis deputados votaram em branco para o cargo. 

Odair Cunha foi eleito para a Segunda Secretaria, no lugar de Marília Arraes (Solidariedade-PE), com 325 votos, contra 81 em branco.

Geovania de Sá (PSDB-SC) obteve 380 votos e será a terceira secretária, substituindo Rose Modesto (União Brasil-MS). Outros 26 deputados votaram em branco.

A eleição foi convocada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), após a destituição de Marcelo Ramos (PSD-AM) da vice-presidência, motivada principalmente pelas duras críticas dele ao governo. A saída dele do cargo gerou uma disputa interna no PL, que expôs o racha no partido do presidente Jair Bolsonaro, que tem direito à vaga. "Fui eleito pelo voto de 396 deputados e deputadas e destituído por 1 e atendendo a uma ordem do presidente da República", disse o deputado amazonense.

O racha se evidenciou depois que foram registradas cinco candidaturas, sendo apenas uma indicada formalmente pela liderança da sigla, como manda o regimento. Após reunião da bancada, o nome escolhido foi do evangélico Lincoln Portela.

Na ocasião, também disputava o apoio dos colegas Vitor Hugo (GO), um dos principais apoiadores do presidente no Congresso, e Flávia Arruda, ex-ministra da secretaria de governo.

Disputaram também sem apoio formal do PL os deputados Fernando Rodolfo (PE), Bosco Costa (SE) e Capitão Augusto (SP), coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Pública, a chamada bancada da bala. 

As cadeiras estavam ocupadass por parlamentares que mudaram de partido desde que foram eleitos para a cúpula da Casa. Ramos, Marília e Rose trocaram de partido desde que foram eleitos para a Mesa. Ramos deixou o PL para se filiar ao PSD, enquanto Marília saiu do PT e Rose, do PSDB.

Os votos para a eleição da Mesa são secretos.


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