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Estado de Minas ELEIÇÕES 2022

Ipespe: rejeição ao governo aumenta e Bolsonaro não cresce nos votos

Levantamento divulgado nesta sexta-feira mostra aumento de 1% na rejeição ao governo em relação à semana passada e mantém Bolsonaro com 32% na intenção de votos


20/05/2022 13:33

Jair Bolsonaro
Pesquisa XP/Ipespe mostra que rejeição ao governo Bolsonaro aumentou em 1% em relação a semana passada (foto: Clauber Cleber Caetano/PR)
Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (20/5) mostra que a rejeição ao governo de Jair Bolsonaro (PL) aumentou em 1% em relação ao levantamento da semana passada, alcançando 61% contra 35% de aprovação. O levantamento mostra ainda que o atual presidente não cresceu nas intenções de voto, mantendo os 32% da última pesquisa estimulada - quando os participantes são apresentados a uma lista de candidatos.

Dentre os participantes, 52% avaliam o atual governo como ruim ou péssimo, contra 51% na sexta-feira passada (13). Já a taxa de avaliações como bom ou ótimo se mantém em 32%, e 16% avaliam como regular a atual administração. 


A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de maio, com 1.000 participantes de todo o país entrevistados por telefone. A margem de erro estimada é de 3,2 pontos percentuais.

Doria e Tebet cresceram na última semana

Sobre as eleições presidenciais, o levantamento indica que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança com 44% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro com 32%. Os valores são os mesmos do levantamento anterior, divulgado na sexta-feira passada, referentes à pesquisa estimulada.

Ciro Gomes (PDT) continua em terceiro, com os mesmos 8% das intenções. Logo depois vem o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) com 4%, ganhando um ponto percentual em relação à semana passada. A senadora Simone Tebet (MDB), confirmada na quarta-feira (18) como a cabeça da chapa única entre PSDB, MDB e Cidadania, também subiu um ponto percentual nesta semana e alcançou 2% das intenções de voto.

Felipe D'Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU) e José Maria Eymael (Democracia Cristã) não alcançaram 1% das citações. Já o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, não foi citado por nenhum participante.


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