
Caberá à PGR analisar o caso e decidir se abre ou não um inquérito contra o presidente.
Bolsonaro tinha sido intimado a depor para falar sobre o vazamento de um inquérito da PF que tratava de um ataque hacker ao site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para questionar a segurança do sistema eleitoral, Bolsonaro publicou informações sigilosas em suas redes sociais em agosto do ano passado.
Mesmo tendo sido eleito em 2018 com a maioria dos votos, em segundo turno, o presidente alega que a eleição foi fraudada. Ele acredita que, sem interferência, ele seria eleito em primeiro turno.
Bolsonaro usou dados sigilosos para atacar as urnas eletrônicas e levantar suspeitas. O caso está sendo investigado dentro do inquérito das fake news no STF, relatado por Moraes.
