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Estado de Minas CPI DA COVID

Wagner Rosário responde Aziz na CPI da COVID: 'Calúnia é crime'

Presidente da comissão acusou o ministro da CGU de prevaricação nos esquemas de corrupção no Ministério da Saúde


15/09/2021 18:23 - atualizado 15/09/2021 19:00

Wagner Rosário
Wagner Rosário (foto: José Cruz / Agência Brasil)
O ministro da Controladoria-geral da União, Wagner Rosário, respondeu ao presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, senador Omar Aziz (PSD-AM), que o acusou de prevaricação. Aziz disse que Rosário sabia dos esquemas de corrupção no Ministério da Saúde e não investigou.
 
“Senador Omar Aziz, calúnia é crime!!! A autoridade antecipar atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação também é crime!!! Aguardando ansiosamente sua convocação”, escreveu o ministro.
 
 
 
Mais cedo, na CPI, Aziz afirmou que o ministro é um “cara de pau”. “Levei a ele uma denúncia, ele não apurou, se omitiu, me liga depois para dizer que não pode? Porque ele não fez nada contra o Roberto Dias?”, pontuou Aziz.
 
 
“A omissão é imperdoavel”, respondeu o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL). “Ele deixou a arquitetura funcionar. Ele tinha as informações em setembro, agosto, e ele deixou. Roberto Dias só foi exonerado depois que veio aqui”, pontuou.

Ainda de acordo com Omar, Rosário vai precisar explicar o porque ele não demitiu o ex-diretor do Ministério da Saúde, Ricardo Dias, ao descobrir um esquema de corrupção. 
 
O ministro deve ser convocado para depor na CPI da COVID nos próximos dias. 


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