UAI
Publicidade

Estado de Minas

Polícia Federal investiga irregularidades em negócios de filho de Bolsonaro

Jair Renan é acusado de tráfico de influência e lavagem de dinheiro envolvendo um grupo de mineração


15/03/2021 21:50 - atualizado 15/03/2021 22:27

está sendo representado pelo advogado Frederick Wassef, o mesmo que assessora o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o pai, Jair Bolsonaro(foto: Reprodução/Facebook)
está sendo representado pelo advogado Frederick Wassef, o mesmo que assessora o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o pai, Jair Bolsonaro (foto: Reprodução/Facebook)
 
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar irregularidades nos negócios de Jair Renan Bolsonaro, "filho 04" do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo informações numa investigação inicial, ele é acusado de fazer lavagem de dinheiro e promover tráfico de influência envolvendo um grupo de mineração. 
 
Na mesma acusação, Jair Renan é alvo também do Ministério Público Federal (MPF), que instaurou procedimento preliminar para apurar os possíveis crimes.  

Segundo o jornal O Globo, Jair Renan teria sido presenteado com um carro elétrico de executivos da Gramazini Granitos e Mármores Thomazini. O veículo está avaliado em R$ 90 mil. 

Em seguida, a mineradora conseguiu agendar um encontro com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do qual também participou Renan. 

O filho do presidente também teria intermediado junto ao governo uma redução no IPI do setor de videogames. No ano passado, ele participou de reunião com o secretário de Cultura, Mário Frias, para tratar de negócios dos e-Sports, franquia de jogos eletrônicos. 

Em novembro, a revista "Veja" mostrou que Jair Renan deu início a sua vida de empresário atuando para conseguir uma audiência em um ministério para tratar de interesses comerciais de um de seus patrocinadores. 

Jair Renan está sendo representado pelo advogado Frederick Wassef, o mesmo que assessora o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso em que é acusado de organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no período em que foi deputado estadual.

Ele trabalhou com Jair Bolsonaro no caso em que levou uma facada de Adélio Bispo em Juiz de Fora, durante a campanha presidencial de 2018. 


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade