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Estado de Minas CORONAVAC

''Deixem minha mãe em paz'', reclama Bolsonaro após a imunização da idosa

Dona Olinda Bolsonaro, que neste mês completa 94 anos, recebeu a segunda dose da vacina Coronavac, nesta segunda-feira (8/3)


08/03/2021 21:04 - atualizado 08/03/2021 21:38

Olinda Bonturi Bolsonaro, de 93 anos, mãe do presidente Jair Bolsonaro, recebeu a segunda dose da vacina contra a COVID-19 nesta segunda-feira(foto: Reprodução/Redes sociais)
Olinda Bonturi Bolsonaro, de 93 anos, mãe do presidente Jair Bolsonaro, recebeu a segunda dose da vacina contra a COVID-19 nesta segunda-feira (foto: Reprodução/Redes sociais)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se irritou com a cobertura da imprensa a respeito da vacinação de sua mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, de 93 anos. A idosa recebeu, nesta segunda-feira (8/3), a segunda dose da Coronavac, vacina contra a COVID-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
 

Segundo o portal Metrópoles, o presidente deu declarações sobre o assunto na chegada ao Palácio da Alvorada. 

“Você pode ver: hoje uma parte da mídia explorando a segunda dose da vacina da minha mãe. Deixem minha mãe em paz, minha mãe tem 93 anos de idade. Deixem minha mãe em paz, respeitem a idade dela, respeitem os problemas de saúde que ela tem. Parem de fazer essa covardia tentando me atingir de toda maneira, como se eu fosse um privilegiado que vacinou minha mãe com 93 anos de idade”, disse.

“Minha mãe está no grupo para ser vacinada. Errado seria se eu fosse vacinado agora, ou se um filho meu, aí estaria errado e não uma senhora com 93 anos de idade e que teve sete filhos”, complementou.

Polêmicas com a Coronavac

O presidente Jair Bolsonaro era um crítico da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac. O imunizante já foi chamado por Bolsonaro e seus apoiadores como “vacina do Dória” e “vachina”. Além disso, o presidente já levantou dúvidas quanto a eficácia do imunizante e se recusou a adquirir doses em outubro do ano passado.

No entanto, depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial da vacina no Brasil, o discurso mudou e o imunizante passou a ser tratado como “a vacina do Brasil”.

*Estagiária sob supervisão do editor Álvaro Duarte


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