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Estado de Minas JUSTIÇA

Justiça nega pedido da ativista Sara Winter para reativar conta no PicPay

A ativista pediu tutela de urgência para reaver a conta que foi suspensa pela empresa após Sara ser acusada de vazar os dados da menina de 10 anos estuprada pelo tio


23/09/2020 17:20

ara Winter teve a conta suspensa após vazar informações sobre a criança de 10 anos estuprada pelo tio(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press )
ara Winter teve a conta suspensa após vazar informações sobre a criança de 10 anos estuprada pelo tio (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press )
A juíza Glaucia Barbosa, do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Brasilia (Cejusc), indeferiu o pedido da ativista Sara Fernanda Girominiconhecida como Sara Winter — para reaver a conta na plataforma financeira PicPay. A empresa suspendeu o acesso da militante, após ela ser acusada de vazar os dados pessoais da menina de 10 anos que engravidou ao ser estuprada pelo tio. 

A decisão é de 17 de setembro. Na visão da magistrada, "não foi possível verificar verossimilhança nas alegações" de Sara. Além disso, ela considerou que não há como saber se o cancelamento foi ilegal, uma vez que pode ter ocorrido por questões de segurança. 

Além da conta do PicPAy, Sara perdeu a conta do Youtube após o vazamento das informações pessoais da menina. O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) também entrou na Justiça contra a militante. 


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