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Estado de Minas GAFE

Para provar que não há incêndios na Amazônia, Salles posta vídeo com animal da Mata Atlântica

O objetivo do ministro com a postagem era responder à campanha global 'DefundBolsonaro' (Desfinancie Bolsonaro), lançada por movimentos ambientalistas em defesa da floresta


09/09/2020 21:59 - atualizado 09/09/2020 22:26

O vídeo mostra o mico-leão-dourado, mamífero que vive exclusivamente na Mata Atlântica, principalmente no Rio de Janeiro(foto: Vídeo/Reprodução)
O vídeo mostra o mico-leão-dourado, mamífero que vive exclusivamente na Mata Atlântica, principalmente no Rio de Janeiro (foto: Vídeo/Reprodução)
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, cometeu uma gafe na noite desta quarta-feira (9) ao publicar, em seu Twitter, um vídeo com o título “A Amazônia não está queimando”, onde aparece a imagem de um mico-leão-dourado, espécie exclusiva da Mata Atlântica. 
 
 

O vídeo publicado por Ricardo Salles é assinado pela Associação de Criadores do Pará (Acripará). ‘Você está sentindo cheiro de fumaça? Claro que não! Pois a Amazônia não está queimando novamente’, diz o trecho inicial da narração do vídeo.
 
 
O objetivo do ministro com a postagem era responder à campanha global “DefundBolsonaro” (Desfinancie Bolsonaro), lançada por movimentos ambientalistas em defesa da floresta e dos indígenas dos países da Amazônia.
 
Muitos internautas criticaram o ministro após mais uma polêmica. Veja alguns comentários:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Campanha “DefundBolsonaro” (Desfinancie Bolsonaro)

 
 
 
VICE-PRESIDENTE
 
Na terça-feira (8), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o governo federal "perdeu" o domínio da narrativa sobre a Amazônia para adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro, empresas estrangeiras e ambientalistas.

"O Conselho Nacional da Amazônia Legal precisa ter uma estratégia de comunicação que permita nos contrapor com fatos e acontecimentos e ações do governo contra esses três grupos", apontou, em transmissão ao vivo com o jornalista Carlos Alberto Di Franco.

De acordo com Mourão, que comanda o Conselho da Amazônia, o grupo político "procura utilizar toda e qualquer situação desfavorável, usa suas conexões mundo afora para atingir seus objetivos políticos contrários ao presidente Bolsonaro".
 
Já setores econômicos de outros países promovem, na visão do vice-presidente, a percepção de que a maior parte da pauta exportadora brasileira sai da região amazônica. Eles fariam isso por não conseguir competir com o agronegócio do Brasil, disse Mourão. O vice mencionou ainda o que ele chamou de "bolsões sinceros, mas radicais" formados por ambientalistas. 
 
Com informações de Estadão Conteúdo  
 


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