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Estado de Minas

Após votação, ministros do STF são alvo de críticas na internet

Nome da ministra Rosa Weber e a hashtag #STFVergonhaNacional estão entre as mais faladas no Brasil


postado em 24/10/2019 18:57 / atualizado em 24/10/2019 19:05

(foto: Carlos Moura/SCO/STF)
(foto: Carlos Moura/SCO/STF)
Após a suspensão da votação no Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento sobre a constitucionalidade da prisão em segunda instância várias críticas aos ministros estão sendo feitas pelo Twitter. O nome da ministra Rosa Weber e a hashtag #STFVergonhaNacional estão entre as mais faladas no Brasil. 

“Brasil será o único de 169 países da ONU que não terá prisão em segunda instância, ridículo. Nojo do stf! #STFVergonhaNacional #STFEscritorioDoCrime’ declarou um internauta. “Acabou, definitivamente o BRASIL é o paraíso da corrupção e da impunidade”, comentou outro.

Além da população, várias figuras públicas também criticaram a ministra e o Supremo. O youtuber Felipe Neto, questionou o vocabulário da ministra Rosa Weber. “A ministra Rosa Weber não tem vergonha de falar assim não? Ela usa a linguagem mais rebuscada de propósito, sabendo que 99,9% da população brasileira não vai entender NADA do que ela fala. Ela usa palavras como "efisionomisa", "exegética", "desate". É muita covardia com o povo”, declarou.

O economista e professor Alan Ghani também se mostrou surpreso com o placar da votação. “Com o voto de Rosa Weber, o "Lula Livre" será o menor dos problemas. Pior do que isso será a sinalização para políticos corruptos, empresários bandidos e traficantes graúdos que vale a pena financiar a criminalidade, porque no Brasil o retorno do crime compensa (e muito) o risco”, comentou.

Até o momento, os ministros Marco Aurélio Mello (relator), Rosa Weber e Ricardo Lewandowski se posicionaram contrários ao entendimento de que a partir da confirmação, em segunda instância, da sentença condenatória deve ocorrer a prisão. Votaram a favor os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

*Estagiária sob supervisão da editora-assistente Vera Schmitz


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