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Estado de Minas

Sind-UTE entra na Justiça contra governo de MG por diferenciar pagamento entre categorias

Ação Civil Pública pede que não exista pagamento diferenciado do parcelamento para servidores da Saúde e da Segurança


postado em 11/01/2019 17:16 / atualizado em 11/01/2019 17:43

(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press )
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press )

 O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) entrou na Justiça contra o governo de Minas pedindo isonomia no pagamento dos salários dos servidores. A ação foi motivada pelo anúncio do governador Romeu Zema (Novo) de aumentar a parcela destinada aos servidores da Saúde e Segurança.


Na Ação Civil Pública, o Sind-UTE pede tratamento igual para o pagamento dos salários. O caso já foi distribuído a juíza Cláudia Costa Cruz Teixeira Fontes, da 5º Vara de Fazenda Pública Estadual.


O governo de Minas anunciou na manhã desta sexta-feira que vai antecipar em uma semana a escala de pagamento para os servidores da saúde e da segurança pública.


De acordo com comunicado divulgado pela Secretaria da Fazenda, no dia 14 será pago R$ 3 mil aos funcionários dos dois setores. Para o restante dos servidores o valor pago neste dia será R$ 2 mil.

“Após análise do fluxo de caixa do Estado, a Secretaria da Fazenda informa que será possível antecipar em uma semana a escala e fazer os pagamentos da Segurança Pública e da Saúde da seguinte forma: dia 14 de janeiro será pago o valor de até R$ 3 mil para servidores ativos, inativos e pensionistas das duas áreas”, diz a nota da Fazenda.

A atual ação já é a sétima que o sindicato dos professores propõe contra o governo do estado para normalizar o pagamento dos salários e também do 13º da categoria. Esta, porém, é a primeira na nova gestão de Zema, que assumiu o estado em 1º de janeiro.

Na quarta-feita, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol) já havia acionado a administração estadual na Justiça pelo fim do escalonamento e pagamento do 13º. 



 

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