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Estado de Minas POLÍTICA

Presidente eleito Jair Bolsonaro critica esquerda e avisa: 'Vamos desamarrar o Brasil'

Em discurso, candidato do PSL cita equilíbrio fiscal, emprego e renda como metas importantes em seu governo


postado em 28/10/2018 20:07 / atualizado em 28/10/2018 20:54

Presidente da República a partir de 1º de janeiro de 2019, Bolsonaro criticou esquerda em discurso pós-eleição(foto: Reprodução)
Presidente da República a partir de 1º de janeiro de 2019, Bolsonaro criticou esquerda em discurso pós-eleição (foto: Reprodução)
Eleito presidente neste domingo, Jair Bolsonaro (PSL) prometeu cumprir todos os compromissos assumidos durante sua campanha e garantiu que terá governabilidade para realizar mudanças. Sem citar o oponente, Fernando Haddad (PT), o militar reformado disse que o Brasil não poderia “continuar flertado com o socialismo, populismo e extremismo da esquerda”.

“O que eu mais quero é, seguindo ensinamentos de Deus, ao lado da Constituição, e inspirado em grandes lideres mundiais e com boa assessoria técnica isenta de indicações políticas começar a fazer um governo que possa realmente colocar nosso Brasil em um lugar de destaque. Todos os compromissos assumidos serão cumpridos com bancadas e com o povo”.

De acordo com Bolsonaro, o governo dará um passo para trás para que o Brasil dê um passo à frente. Ele citou equilíbrio fiscal, emprego e renda como metas importantes, além de realizar reformas. “Vamos desamarrar o Brasil”.

Deputado federal pelo Rio de Janeiro há 27 anos, o capitão do Exército ainda criticou a mídia, que, segundo ele, o colocou muitas vezes em “situação vexatória”. Ao agradecer seus eleitores, Bolsonaro citou passagens bíblicas e emendou.  “Temos que nos acostumar a conviver com a verdade, não existe outro caminho se quisermos a paz e a prosperidade. O povo, mais que o dever, tem o direito de saber o que acontece no seu país”.

Com 99,72% das urnas apuradas em todo o Brasil, Jair Bolsonaro contabiliza 55,2% dos votos válidos (57,7 milhões), enquanto Fernando Haddad recebeu 44,8% (46,8 milhões). O militar assumirá o mandato no Palácio do Planalto, em Brasília, no dia 1º de janeiro de 2019, sucedendo o atual presidente Michel Temer (MDB).

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