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Estado de Minas

EM entrevista candidatos ao governo de Minas a partir desta terça-feira

Leitores poderão fazer perguntas; veja os dias de cada entrevistado


postado em 09/09/2018 07:00 / atualizado em 09/09/2018 18:57


O Estado de Minas inicia nesta terça-feira uma série de entrevistas com os candidatos a governador de Minas Gerais nas eleições de 7 de outubro. Foram convidados para apresentar suas propostas, entre  11 e 14 de setembro, os seis candidatos de partidos que têm representantes na Câmara dos Deputados. As entrevistas serão conduzidas pelo editor do Portal Uai, Benny Cohen, e repórteres da editoria de Política do EM, em estúdio montado na sede da empresa, na Avenida Getúlio Vargas, Bairro Funcionários.

O primeiro entrevistado será o consultor em educação e ex-secretário de estado de Educação João Batista Mares Guia (Rede), às 14h de terça-feira. No mesmo dia, às 17h, será a vez do advogado Claudiney Dulim (Avante), que disputa um cargo político pela primeira vez. Na quarta-feira, os jornalistas vão sabatinar o presidente da Assembleia Legislativa Adalclever Lopes, último a chegar na disputa pelo Palácio da Liberdade. Até então Adalclever era o candidato a vice na chapa de Marcio Lacerda, que não conseguiu viabilizar sua candidatura pelo PSB e deixou a legenda.

Na quinta-feira, dois candidatos estarão na redação do EM e do Portal Uai: às 14h, o governador Fernando Pimentel (PT), que tenta a reeleição, vai responder às perguntas feitas pelos jornalistas. Já às 17h, os leitores poderão acompanhar a entrevista com a economista e professora aposentada Dirlene Marques (Psol), única mulher a disputar o cargo máximo do Executivo em Minas. Na sexta-feira, às 14h, será a vez do senador Antonio Anastasia (PSDB), que também é ex-governador e ex-vice na gestão de Aécio Neves (PSDB).

As entrevistas terão a duração de 30 minutos e serão transmitidas ao vivo no perfil do EM no Facebook (Facebook.com/EstadodeMinas) e no Em.com.br. Os internautas poderão enviar perguntas para os candidatos. Os principais trechos serão reproduzidos na edição impressa do Estado de Minas. Bastidores das entrevistas também estarão no Instagram do EM: @emimagem.

Para o diretor de Redação Carlos Marcelo Carvalho, este será um momento de os eleitores de Minas Gerais conhecerem melhor as propostas dos candidatos, o que proporcionará uma escolha mais consciente. “É uma chance de o eleitor e o internauta terem acesso ao candidato sem a embalagem de um programa de TV, por meio de questões que estão na ordem do dia”, comentou.

Dentro do projeto de levar as propostas dos candidatos ao eleitorado de Minas Gerais, no dia 18, será a vez de um debate com os políticos transmitido pelo SBT/TV Alterosa. O critério será o mesmo adotado pelas entrevistas: participarão do programa os candidatos que têm representantes na Câmara dos Deputados.

CAMPANHA Ontem, em entrevista à Rádio Favela, o governador Fernando Pimentel (PT) voltou a creditar ao presidente Michel Temer (MDB) e ao senador Antonio Anastasia (PSDB) – seu principal adversário nestas eleições – a crise financeira vivida no estado. O petista disse que não tinha ideia do “abacaxi” que encontraria.

Questionado sobre o parcelamento e atraso no salário dos servidores, Pimentel foi enfático. “Ninguém faz isso porque quer. Imagina se nós tivéssemos dinheiro, se estaríamos parcelando salário, claro que não. O problema é que não tem mesmo”, afirmou. Amanhã, representantes do governo e do funcionalismo terão um encontro para definir os critérios e a escala para o pagamento do salário de agosto. Pimentel ainda rebateu o discurso de Antonio Anastasia (PSDB) de que, durante seu governo, os servidores recebiam no quinto dia útil. “O tempo dele era o tempo do Lula presidente e todo mundo sabe como a vida era melhor quando o Lula era presidente, e mesmo no primeiro mandato de Dilma. Agora tudo mudou”, comentou.

Em Conselheiro Lafaiete, Anastasia criticou a irresponsabilidade do governo Pimentel com os municípios, ao reter recursos constitucionais, e o descaso com a conclusão dos hospitais regionais, a exemplo do Hospital Regional da cidade. Recebido no Centro Esportivo Milênio por cerca de 200 lideranças, incluindo 25 prefeitos da região, Anastasia conclamou a todos para a reconstrução de Minas. “Lafaiete precisa avançar. As cidades da região e de Minas precisam avançar. Não podemos ter aqui uma obra inacabada, tristemente parada há anos, como o Hospital Regional. (...) Infelizmente, o atual governo não enfrenta a crise, vive dando desculpas. Os servidores estão com salários atrasados, as prefeituras sem receber os recursos constitucionais”, voltou a afirmar o tucano.

 

 

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