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Estado de Minas

Médicos vetam transferência imediata de Bolsonaro a São Paulo

Esfaqueado na tarde dessa quinta-feira, candidato a presidente da República se recupera de cirurgia na Santa Casa de Juiz de Fora


postado em 07/09/2018 00:20 / atualizado em 07/09/2018 00:56

Bolsonaro foi avaliado por uma junta médica composta por três médicos do Sírio-Libanês e outros dois da Santa Casa de Juiz de Fora(foto: Reprodução/WhatsApp)
Bolsonaro foi avaliado por uma junta médica composta por três médicos do Sírio-Libanês e outros dois da Santa Casa de Juiz de Fora (foto: Reprodução/WhatsApp)
Segundo avaliação médica realizada por volta de meia-noite desta sexta-feira, o candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), ainda "não possui estabilidade hemodinâmica" para ser transferido ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Esfaqueado durante um ato de campanha na tarde dessa quinta-feira, o presidenciável passou por cirurgia e segue a recuperação na Santa Casa de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.
 
Bolsonaro foi avaliado por uma junta médica composta por três médicos do Sírio-Libanês (Filomena Galas, Juliano Pinheiro de Almeida e Ludmilla Abraão Hajjad) e dois da Santa Casa (o cirurgião Luiz Henrique Borsato e o cardiologista Eduardo Borato). Uma nova avaliação será feita às 8h desta sexta-feira. A transferência para São Paulo foi uma decisão da própria família do candidato.
 
O atendimento a Bolsonaro na Santa Casa se iniciou por volta das 15h30, momentos depois de o candidato ter sido atingido por Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos. Os médicos realizaram um procedimento conhecido como "laparotomia exploradora", cirurgia de urgência em que o abdômen é aberto para a correção das lesões.
 
De acordo com o último boletim médico, Bolsonaro está consciente. O quadro é considerado estável. A próxima atualização do estado de saúde do presidenciável, que está na UTI da Santa Casa, será divulgado por volta das 10h30 desta sexta.
 
 Luiz Henrique Borsato, que participou da cirurgia, disse que não há como precisar o tempo necessário para que o paciente seja liberado do hospital. "Antes de uma semana ou dez dias, ele não vai receber alta", afirmou o médico.

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