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Estado de Minas POLÍTICA

Em evento com empresários, Alckmin ataca gestões do PT e comenta gafe com Huck

Candidato à presidência confundiu nomes e chamou Angélica de Eliana


postado em 08/08/2018 19:03 / atualizado em 08/08/2018 19:52

Além de criticar número de desempregados e lembrar do PT, Alckmin também falou de Jair Bolsonaro(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Além de criticar número de desempregados e lembrar do PT, Alckmin também falou de Jair Bolsonaro (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Candidato à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB) voltou a criticar as gestões do PT. Em evento organizado pelo BTG Pactual, nesta quarta-feira, o ex-governador de São Paulo também atacou veladamente o deputado Jair Bolsonaro (PSL).

"Eu tenho falado que o número é 13. Treze milhões de desempregados", afirmou, sem citar diretamente os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, em agenda com empresários e membros do mercado financeiro.

Bolsonaro também foi lembrado, ainda que sutilmente. Ao fazer o sinal de arma com as mãos, usado pelo ex-capitão, ele disse que a solução para os problemas do País não será feita com um "sujeito que vai dar um tiro de prata". O tucano disse também acreditar que nenhuma solução extremista vai chegar ao poder.

Alckmin brincou ainda com o apelido de "picolé de chuchu", que é a forma como os adversários costumam chamá-lo. "As pessoas falam muito que eu não faço pirueta no palco, mas creio que quem tem de fazer show é o povo", afirmou.

O tucano se remeteu ainda à gafe que cometeu em evento na noite dessa terça-feira. Em encontro com entusiastas de novas tecnologias, mediado por Luciano Huck, o tucano confundiu o nome da mulher do apresentador da TV Globo.

"O pior é que eu fiquei um minuto pensando se era Eliana ou Eliane. Só depois que me lembrei que era Angélica", afirmou, arrancando risos da plateia. Luciano e Eliana namoraram anos antes do apresentador se casar com Angélica.

Alckmin deixou o evento sem falar com a imprensa.

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