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Estado de Minas

Délio e João Leite trocam farpas após críticas sobre política para deficientes em BH

Após críticas de candidato tucano à gestão de Marcio Lacerda, campanha de Délio Malheiros rebate João Leite por meio de nota e afirma que adversário desconhece atual administração.


postado em 22/08/2016 18:39 / atualizado em 22/08/2016 18:53

(foto: Beto Novaes/Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )
(foto: Beto Novaes/Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )

Os primeiros ataques mais duros entre candidatos à prefeitura de Belo Horizonte começaram a pipocar nesta segunda-feira (22), no início da segunda semana de campanha eleitoral. A coligação do vice-prefeito Délio Malheiros (PSD), candidato apoiado pelo prefeito Marcio Lacerda, divulgou nota afirmando que o candidato do PSDB, deputado João Leite, demonstra "despreparo e total desconhecimento" do trabalho da prefeitura voltado para as pessoas com deficiência.

Na parte da manhã, durante visita a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), no bairro Santa Tereza, o tucano afirmou que a população com deficiência é “invisível aos olhos da administração”. João Leite disse que seu governo não será de continuidade e que ele tem novas propostas para a cidade. Segundo nota divulgada pela coligação “BH Segue em Frente”, de Délio Malheiros, “durante a gestão de Lacerda houve grandes avanços no atendimento às pessoas com deficiência”.

“A coligação lamenta que, com estes ataques e agressões à atual gestão, o candidato João Leite desrespeita profundamente o trabalho desenvolvido por aliados da sua própria candidatura que estiveram à frente de projetos e programas que foram desenvolvidos na segunda gestão de Marcio Lacerda. Délio Malheiros lamenta a falta de coerência do candidato do PSDB, partido que integra a gestão Lacerda desde 2009”, diz a nota.

O tucano visitou pela manhã a Apae, quando recebeu reivindicações e cobranças por mais recursos da prefeitura. O presidente da Federação das Apaes de Minas Gerais, Eduardo Barbosa, disse que tentou por “inúmeras vezes” estabelecer parcerias com a atual administração da capital mas não conseguiu.

“A Apae de BH tem uma dificuldade grande porque 90% do seu financiamento é feito por doações pelo serviço de telemarketing, não temos uma parceria. Temos um contingente de pessoas adultas ou em envelhecimento que exigiria uma política de assistência social. Essa é uma das carências maiores”, disse.

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