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Estado de Minas

Pesquisa Datafolha mostra Lacerda à frente de Patrus em BH


postado em 21/07/2012 10:00 / atualizado em 21/07/2012 11:04

O Datafolha divulgou neste sábado pesquisa com números da corrida eleitoral em Belo Horizonte. segundo o instituto, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), que concorre à reeleição, tem 17 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, o ex-ministro de Desenvolvimento e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT). Lacerda ficou com 44% das intenções de voto contra 27% recebidos pelo petista. O levantamento foi feito nos dias 19 e 20 de julho e ouviu 827 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Na terceira candidata melhor colocada é Vanessa Portugal (PSTU) que alcançou 4% das intenções de voto. Os candidatos Pepe (PCO) e Maria da Consolação (PSOL) empataram com 1% dos votos. Alfredo Flister (PHS) e Tadeu Martins (PPL) não foram citados. Brancos e nulos somam 11%. Já 12% não sabem ou não responderam.

Já na pesquisa feita de forma espontânea – quando não é sugerido o nome do candidato -, a vantagem do socialista cai para apenas cinco pontos percentuais. Patrus, da coligação “Frente BH Popular”, obteve 11% dos votos e o atual prefeito, que é apoiado pela coligação “BH Segue em Frente”, alcançou 16% das intenções.

No quesito rejeição, o petista leva vantagem. Apenas 15% admitem não votar em Patrus de forma alguma. Já Marcio Lacerda é rejeitado por 18% dos eleitores de Belo Horizonte.

 

Empate técnico

Em pesquisa realizada pelo EMData no início deste mês, os números apontaram empate técnico entre as duas candidaturas. O prefeito Marcio Lacerda (PSB) e o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias (PT) aparecem com 34% e 29% das intenções de voto, respectivamente. A polarização, segundo os responsáveis pelo levantamento, pode ser explicada por dois fatores: ambos são bem conhecidos e aprovados pelos belohorizontinos e, até 30 de junho, a expectativa era que seus partidos disputassem juntos as eleições de outubro. Na modalidade espontânea, em que os nomes não são apresentados ao eleitor, os números foram 13% e 12%.

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