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Estado de Minas PRESTAÇÃO DE CONTAS

Após pane, Portal da Transparência roda com lentidão que impede consultas

Instabilidade também afeta Painel de compras do Ministério da Economia desde a manhã desta quarta (27/1); CGU alega alto volume de acessos


27/01/2021 15:32 - atualizado 27/01/2021 16:25

Após polêmica do leite condensado, plataformas de prestação de compras do governo federal, como o Portal da Transparência e o Painel de Compras, seguem com funcionamento lento(foto: Portal da Transparência/Reprodução)
Após polêmica do leite condensado, plataformas de prestação de compras do governo federal, como o Portal da Transparência e o Painel de Compras, seguem com funcionamento lento (foto: Portal da Transparência/Reprodução)
Após mais de 10 horas de indisponibilidade, o Portal da Transparência, plataforma de prestação de compras do governo federal, funciona com lentidão desde as 9h desta quarta-feira (27/1), o que inviabiliza boa parte das consultas. O mesmo ocorre com o Painel de Compras do Ministério da Economia.


Questionada pela reportagem, a Controladoria-Geral da União (CGU) informou nesta tarde que a falha é provocada pelo alto volume de acessosO mesmo motivo foi citado pelo órgão pela manhã para justificar a indisponibilidade apresentada pelos ambientes virtuais. 

Segundo a CGU, a instabilidade que fez com que os sites caíssem foi corrigida, mas eles permanecem "com alto volume de acessos, o que pode ocasionar lentidão em algumas consultas".

A instituição não mencionou previsões para normalização do serviço, ou se há técnicos trabalhando para ampliar a capacidade de visitas aos sites. 

Leite condensado

As plataformas começaram a falhar na noite dessa terça-feira (26/1), após a divulgação de gastos do Executivo com alimentos pelo jornal Metrópoles. Um levantamento feito pelo veículo apontou que, em 2020, o governo gastou R$ 15 milhões em leite condensado, R$ 2,2 milhões em goma de mascar, além de R$ 32,7 milhões em pizza e refrigerante.

A lista de iguarias consumidas pelos órgãos do executivo inclui ainda geleia de mocotó, vinhos, picolé, pão de queijo, bombom, chantilly e sagu.

Com cada um desses itens, a União gastou mais de R$ 1 milhão.

A quantia empenhada na aquisição de alimentos ao longo de 2020 foi de R$ 1,8 bilhão, alta de 20% em relação a 2019. 


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